Mês: setembro 2022

Preço médio do litro da gasolina cai 1,4% e chega a R$ 4,81, aponta ANP


Valor mais barato do combustível no Brasil, segundo a ANP, foi achado em São Paulo, vendido a R$ 4,15 por litro

José Aldernir/TheNews2/Estadão ConteúdoFoto com a mão de um frentista segurando a mangueira enquando abastece um carro
Gasolina ficou mais barata nesta semana nos postos de combustíveis do Brasil

O preço médio do litro da gasolina caiu 1,4%, nesta semana, nos postos do Brasil. O combustível foi encontrado, em média, a R$ 4,81 – menor valor desde junho de 2020. Essa foi a 14ª semana consecutiva de queda. Até o momento, a queda acumulada, que vem desde junho deste ano, é de 35%. Os dados foram atualizados nesta sexta-feira, 30, pela Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP). A queda no valor do combustível é resultado dos cortes dos impostos federais e estaduais, além de reduções feitas pela Petrobras nos preços de venda nas refinarias. O preço mais em conta da gasolina no Brasil, segundo a ANP, foi achado em São Paulo, vendido a R$ 4,15 por litro. Já o valor mais caro, também na capital paulista, foi encontrado a R$ 6,99. Outro combustível que também registrou queda, de 2,23%, foi o diesel. Em média, o valor por litro ficou em R$ 6,56. O etanol hidratado também computou queda, de 1,2% em relação à semana passada, e ficou, em média, a R$ 3,37 por litro.





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Com decisão do STF, ex-secretário de Polícia do Rio deixa cadeia

O ex-secretário de Polícia Civil do Rio de Janeiro, delegado Allan Turnowski, deixou a cadeia, nesta sexta-feira (30), beneficiado por decisão do ministro Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele havia sido preso em 9 de setembro, acusado de ligação com o jogo do bicho. .

Na decisão, Nunes Marques considerou que a prisão preventiva não contava com fundamentação que apontasse, especificamente, a atuação de Turnowski na organização criminosa. O delegado é candidato a deputado federal pelo PL.

“Tal o contexto fático, resulta enfraquecida, em relação ao paciente, a gravidade concreta do delito a ele imputado, qual seja, o de integrar – pessoalmente – organização criminosa, o que afasta, na espécie, sobretudo após o decurso de mais de um ano dos últimos elementos indiciários colhidos na investigação, a real necessidade da prisão cautelar (para garantia da ordem pública, por conveniência da instrução criminal ou para assegurar a aplicação da lei penal), de modo que a sua decretação carece de fundamentação idônea”, escreveu Nunes Marques.

O ministro concedeu habeas corpus, mas impôs medidas alternativas, como proibição de Turnowski frequentar repartições policiais no estado, proibição de manter contato com os demais denunciados e proibição de deixar o país, com entrega do passaporte.

A defesa do ex-secretário de Polícia foi procurada, através do advogado Daniel Bialski, e divulgou nota, afirmando que o cliente “não cometeu qualquer ilicitude, independentemente da esfera de apuração e, jamais teve qualquer envolvimento com pessoas ligadas ao jogo do bicho ou ao crime organizado”.

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7 dicas simples para combinar cores em casa


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Não é preciso ter medo de usar cores na decoração da sua casa ou apartamento. Ambientes muito neutros podem passar sensações de artificialidade e falta de conforto. Tudo o que não queremos em casa, certo? Mas, por outro lado, combinar cores em casa de forma harmônica não significa apenas escolher corretamente a cor da parede e do teto, também é necessário fazer a combinação certa com móveis, tecidos e acessórios do cômodo.

Confira abaixo 7 dicas fáceis para combinar cores em casa. Caso o orçamento esteja apertado, invista nas técnicas “faça você mesmo” para decoração:

1. Selecione tonalidades básicas

(Imagem: iStock)

Primeiro, escolha uma tonalidade básica de sua preferência, mas que também esteja de acordo com o propósito do aposento. Por exemplo, nos quartos, cores mais quente como o bege passam a sensação de aconchego. Já para um escritório, uma combinação de cinza com uma cor vibrante pode contribuir para a produtividade.

Essa tonalidade será, então, usada para paredes, tapetes e cortinas, e pode variar na intensidade.

(Imagem: iStock)

Procure móveis e acessórios de decoração de uma tonalidade complementar que combine com a básica. Se quiser obter efeitos excepcionais, opte por várias cores no mesmo tom ou decore o aposento em tom sobre tom (por exemplo, diversas nuances ou matizes).

Se você tiver dificuldade para identificar as cores complementares, siga o círculo cromático: elas são aquelas que estão posicionadas nas extremidades opostas. O azul, por exemplo, é complementar do laranja.

3. Cuidado ao cominar cores de tons diferentes

(Imagem: iStock)

Cuidado ao combinar cores de intensidades distintas, ou seja, tons diferentes. Se colocarmos, por exemplo, cores fortes ao lado de tons pastel o olho terá de oscilar constantemente dos matizes claros para os escuros e vice-versa. Isso trará imediatamente uma inquietação visual, que pode ser transferida para a atmosfera do ambiente.

4. Misture branco e cores vibrantes

(Imagem: iStock)

Se optar por branco ou cinza-claro como tonalidade básica, a decoração suportará cores vibrantes como o vermelho, o azul ou também o rosa. Utilize mantas, almofadas ou acessórios, como vasos de flores ou quadros, com essas cores.

5. Faça truques no ambiente

(Imagem: iStock)

Aproveite as cores para fazer truques no ambiente. Por exemplo, pintar somente uma parede com uma tonalidade mais intensa dá ilusão de maior profundidade ao cômodo.

6. Peça ajuda e busque inspirações

(Imagem: iStock)

Se sentir insegurança na hora de escolher as cores, peça ajuda aos atendentes das lojas de tintas ou decoração. Além disso, busque inspiração para cômodos semelhantes aos seus em redes sociais como o Instagram e Pinterest. Assim, você evita uma decoração monótona ou exageradamente colorida.

7. Aproveite as sobras de tinta

(Imagem: iStock)

Por último, uma dica para quem gosta de colocar a mão na massa: pintou as paredes ou um móvel recentemente e não sabe o que fazer com a tinta que sobrou? Veja como como aproveitar as sobras de tinta no link e dar mais cor aos ambientes!



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Café com uísque ou gemas de ovo? Formas de tomar a bebida pelo mundo!

É fã de café e está aberto a novas experiências com receitas diferentes da bebida? Uma dica é dar a volta ao mundo provando nas mais diversas versões de como a bebida é servida em vários países. E o melhor é que nem é preciso sair de casa para preparar essas delícias.

Das misturas mais inusitadas, tem café com uísque, com sorvete e até gemas de ovo! Para quem tem um perfil mais tradicional, também há opções de sobra! Que tal um ristretto, lungo, doppio ou macchiato?

No Dia Internacional do Café, comemorado em 1 de outubro, veja receitas populares dessa amada bebida em muitas nações!

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No ao vivo, Rosiane xinga Ingrid e toma bronca de Galisteu: “Safada descarada”


Durante a eliminação nesta quinta-feira (29/09/2022), o clima esquentou e Rosi acusou Ingrid de jogar cocô nas coisas de Vini Buttel para se destacar no programa.

Veja mais: “A Fazenda 14”: Furiosa, Ingrid joga cocô nas roupas de Vini e toma bronca de peões; assista

“Você é uma safada descarada, baixo-astral. Foi pegar cocô só para se mostrar, para não sair da Fazenda. Aqui no seu c*”, disparou  ela, levantando o dedo no meio.

Ingrid rebateu, dizendo que estava arrependida.

Veja também: Record TV cria medidas mais severas para evitar que as brigas em “A Fazenda 14” saiam do controle

“Arrependida nada. Você é uma vagabunda descarada. Fica fingindo que está chorando. Elas são duas falsas, descaradas, dissimuladas, todas as duas. Elas são exatamente iguais, acho que elas estão jogando errado”, continuou Rosiane, se referindo também à Deborah Albuquerque.

Adriane Galisteu chamou atenção devido aos palavrões usados no ao vivo.

Veja ainda: Ex-participante de “A Fazenda” é assaltada a caminho do IML após presenciar morte do marido

“Muito bem. Só cuidado com os palavrões, cuidado com a emoção aí”, disse a apresentadora.

Ingrid Ohara foi a segunda eliminada do reality show com 29.01% dos votos.



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PL alega não ter usado dinheiro público em auditoria do sistema eleitoral do TSE


O presidente do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, prestou esclarecimentos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta sexta-feira, 30. Trata-se de uma explicação sobre o documento da sigla que mostrou vulnerabilidades no sistema eleitoral da Corte. Conforme a auditoria, a contratação do relatório se deu com “recursos próprios” do PL.

“O pagamento da prestação de serviços do Instituto Voto Legal teve como fonte de recursos a Conta Contábil de Outros Recursos (Recursos Próprios) da agremiação, não sendo tal despesa custeada com  recursos públicos de nenhuma natureza (Fundo Partidário e/ou Fundo Especial de Financiamento de Campanha)”, comunicou o PL, em nota.

O texto enviado ao TSE informou que a responsável pelo relatório é a equipe contratada para fazer a auditoria, e não o PL. “O referido documento (“Resultados da auditoria de conformidade do PL no TSE”) é de responsabilidade da equipe técnica contratada, cujos termos devem ser avaliados dentro de tal contexto e sob a responsabilidade de seus subscritores”, informou o documento.

Na quinta-feira 29, o TSE deu 24 horas ao PL para prestar esclarecimentos sobre o documento referente ao sistema eleitoral do TSE.

Depois de receber o relatório, a Corte solicitou novas informações sobre o caso. O TSE rejeitou o argumento segundo o qual o PL não teria responsabilidade. Ainda segundo o tribunal, o documento foi produzido e divulgado por iniciativa do PL, “contando com participação de seus dirigentes máximos”.

Além disso, o TSE informou que o relatório da sigla tem por “linha mestra apresentar um quadro especulativo de descrédito institucional da Justiça Eleitoral, às vésperas do pleito”.

“O conteúdo do documento não se detém sobre os supostos aspectos técnicos do sistema eletrônico de votação, mas, sim, passeia por temas variados, muitos deles envolvem narrativas derrotadas quando da rejeição, pelo Congresso Nacional, da proposta de adoção do voto impresso”, comunicou o TSE.

TSE x PL

Na quinta-feira 29, depois de o PL divulgar um documento apontando vulnerabilidades no sistema eleitoral, o TSE publicou uma nota afirmando que a sigla atenta contra o Estado Democrático de Direito.

“As conclusões do documento intitulado ‘Resultados da auditoria de conformidade do PL no TSE’ são falsas e mentirosas, sem nenhum amparo na realidade, reunindo informações fraudulentas e atentatórias ao Estado Democrático de Direito e ao Poder Judiciário, em especial à Justiça Eleitoral, em clara tentativa de embaraçar e tumultuar o curso natural do processo eleitoral”, disse a Corte Eleitoral.

Na nota, o tribunal também afirmou que o presidente do TSE, ministro Alexandre de Moraes, determinou “a imediata remessa do documento”, para apuração de responsabilidade criminal de seus idealizadores.





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Mulher pede palavra: em novo livro, escritora e psicanalista aborda relação entre a palavra e o silenciamento feminino


Crédito: Anna Bogaciovas

 

 

Terceiro livro de Eliane de Christo costura a palavra e o atravessamento do silenciamento nos corpos de mulheres. Um dos destaques do livro, resultante de seu doutorado em linguística, é aprofundar a concepção freudiana de histeria

“No intervalo desses fragmentos, o livro escreve o vivido 

vergado pela lembrança. Lembrança de não deixar esquecer.

Com palavras encantadas, mal ditas e bem ditas, Eliane tece 

suas trilhas sempre fora de trilhos que permitiriam o deslizar 

sem sobressaltos… e assim faz do theoros poiesis.”

Viviane Veras, que assina a orelha da obra

“Neste belo e arrebatador livro, Eliane de Christo, na sua ética de 

legitimar voz a quem não tem voz, alarga as margens de nossa 

sensibilidade e abre espaço, com a psicanálise, a arte, a linguística

 e a antropologia, para que mulheres digam de si, escolham os 

próprios silêncios e se autoproclamem, para além de inscrições de

corpos, dores e cicatrizes. O que pode uma mulher dizer de si? 

Pergunte a elas, diz Eliane.”

Amanda Mont’Alvão Veloso, psicanalista, na quarta capa da obra

 

Crédito: Anna Bogaciovas

Um livro que se debruça sobre a problemática o uso das palavras e o recurso da fala, sob a perspectiva da psicanálise e da literatura. Assim pode ser apresentado “Mulher de palavra: encantada, mal dita, bem dita”, terceira obra da escritora, psicanalista e jornalista paranaense Eliane de Christo (@elianedechristo). Publicada pela Editora Paraquedas, a obra (166 pág.) escancara e relaciona ainda temas como sintoma, corpo, palavra e histeria. O livro conta com prefácio assinado pela pesquisadora Maria Francisca Lier-Devitto, a orelha é assinada por Viviane Veras e a quarta capa conta com comentário da psicanalista Amanda Mont’Alvão Veloso.

O trabalho, fruto do seu doutorado em linguística pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), tem um viés autoetnográfico, atravessado pelas escritas literária e acadêmica, revelando as múltiplas experiências da autora. Em sua obra, Christo costura diversas vivências pessoais e autores de referência. De mãos dadas com Clarice Lispector e Manoel de Barros, entrelaça a infância vivida junto à avó benzedeira com o trabalho que ela realizou, já adulta, com meninas em situação de rua, como trabalho de conclusão de curso em jornalismo. É este último relato que situa a autora na psicanálise e a conduz pelos caminhos que a levam a publicar “Mulher de palavra: encantada, mal dita, bem dita”. De acordo com a autora, a obra “tem no centro da discussão a palavra calada que aparece no corpo, na história do sujeito, mas também a palavra que é bendita e que produz efeito”.

Christo narra seu “encontro” com outras mulheres, principalmente pela perspectiva da pesquisa acadêmica. É por meio dessas biografias que ela se depara com a da educadora, escritora e jornalista Anália Franco, sobre a qual desenvolveu sua dissertação de mestrado, numa busca de “descongelar palavras que contam a história escrita por mulheres e que incluem as mulheres”. Entre as palavras silenciadas e as palavras que abençoam, a escritora põe em relevo a palavra que cura.

“Escolhi esses temas porque o silenciamento sempre ocupou, em mim, lugar de incômodo. Mulher pede palavra, a fim de não fazer sintoma no corpo. E a histeria denuncia, faz denúncia com o corpo, dentro do qual palavras estão amordaçadas e pedem um lugar. A solução de compromisso vem em forma de sintomas, os quais revelam o mal estar de que padece. O recurso linguageiro abre passagem para a ciranda de palavras, num arranjo que dá representação aos afetos soltos”, ressalta ela.

Outro ponto que merece destaque é a relação que Christo constrói com o conceito de histeria, do psicanalista Sigmund Freud, além de tensionar os estudos do autor sobre a feminilidade. Mais do que criador de um conceito, Freud é eleito na obra como um artista e a mulher histérica, como sua musa. “Mais do que a escuta de Freud, aquilo que é dito e revelado pela mulher funda a prática analítica”, explica a autora.

Em seu livro, Christo articula “palavra” e “corpo” e é por isso que a histeria ocupa espaço na discussão, pela incidência de sintomas no corpo. “O corpo na histeria participa de maneira expressiva, sendo ela, inclusive, representada como um corpo em arco, arco da histeria”, assinala. Da mesma forma que as benzedeiras, representadas simbolicamente pela avó da autora, corpo e linguagem estão intrincados em um cenário ocupado pela palavra como cura e encantamento.

“Não pretendo com isso aproximar Freud das benzedeiras, mas apenas iluminar o poder da palavra, num caso e noutro. No caso das meninas de rua, escapar dos perigos passava também pela construção de um código – vidas amaldiçoadas, corpos devastados e palavras duras, codificadas”, diz um dos trechos da obra.

Escrever como tentativa de reparação: processos de uma escrita intertextual

Para a autora, o livro surge como tentativa de reparação do silenciamento imposto a tantas mulheres, “tanto as que me antecederam, quanto as contemporâneas, ou mesmo as inúmeras vítimas de feminicídio”, destaca Eliane, que escreve desde os 15 anos. “Comecei a escrever quando a angústia da adolescência transbordou e a caneta e o papel surgiram como um contorno possível para eu colocar minhas palavras”, conta.

Hoje, a autora considera que seu processo de escrita exige muito do seu corpo e psiquismo, mas também se vale do mundo vivido e vívido. “É um processo caótico. Tem muitos dias que não escrevo nada, mas histórias inteiras passam por mim. Quando as palavras se impõem, elas me põem sentada ou encostada na parede”, ilustra. A motivação da escrita do livro nasceu antes do doutorado, mas foi só na travessia desse período que “seus caracteres subverteram a escrita acadêmica e o tema sobre a mulher se esparramou pelos capítulos”, afirma a autora.

Para Maria Francisca Lier-Devitto, que assina o prefácio da obra, Christo imprime no texto “um jogo delicado, que coloca em relação Psicanálise e Linguística de modo cuidadoso e eficiente”. “É um trabalho complexo: nem autobiográfico, nem sociológico, nem estritamente acadêmico”, resume.

Entre as referências que a acompanharam na composição da obra, Christo enumera “Estudos sobre a histeria” de Sigmund Freud e “A hora da estrela” de Clarice Lispector e “O livro sobre o nada” de Manoel de Barros. O poeta mato-grossense é, também, uma de suas referências literárias, junto de Clarice Lispector, Virginia Woolf, Jorge Amado, Fiódor Dostoiévski e Fernando Pessoa. “Influenciou-me, sobretudo, as histórias orais, causos e folclores contados por minha avó”, lembra.

Trajetória na escrita: outros livros já lançados

“Mulher de palavra: encantada, mal dita, bem dita” é o terceiro livro de Eliane Christo, que também publicou “Anália Franco: A educadora e seu tempo” e “O menino que rasgou a nuvem”. Atualmente, a escritora se dedica a dois projetos: um de ficção literária e outro voltado para a psicanálise. Christo adianta que suas próximas obras também versarão em torno do tema mulher e escuta, numa espécie de “concerto” de vozes femininas.

Psicanalista pelo Centro de Estudos Psicanalíticos (CEP), Eliane Christo é jornalista pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), mestre em educação pela USF e doutora em linguística pela PUC-SP. A autora tem grande interesse por pessoas e suas histórias e concorda com Clarice Lispector quando a escritora diz: “a palavra é a minha quarta dimensão”.

Confira um trecho de “Mulher de palavra: encantada, mal dita, bem dita”

“Se lá no século XV a caça às bruxas se dava a pretexto de calar as mulheres e interditar seu papel de transmissora da cultura popular – como aponta o estudo sobre as mulheres e a loucura feito por Carla Cristina Garcia, já mencionado na introdução deste livro –, temos que admitir que é no mínimo significativo que entre os sintomas mais emblemáticos da histeria esteja a conversão corporal, imagem que tanto se aproxima de um corpo possuído, diabólico, plantado no imaginário popular. Curiosamente, os dicionários definem conversão como “mudança de forma, transmutação; mudança de religião ou seita, de visão, de costumes etc.; alteração de sentido, de direção; transformação de personalidade; substituição de um afeto por uma manifestação corporal…”. A voz, a fala, é a moeda com que as mulheres pagam para continuar existindo com um certo mutismo, mutação, mutilação, submissão às leis ditadas pelo discurso corrente da época.” (pág. 65)





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Anvisa avalia novo pedido de uso emergencial de vacina bivalente da Pfizer contra a Ômicron


Pedido foi entregue nesta sexta-feira, 30, pela farmacêutica e visa contemplar a população acima dos 12 anos de idade

Anvisa/AscomSede da Anvisa
Anvisa analisa segundo vai analisar o segundo pedido da Pfizer sobre uso emergencial de vacina bivalente

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) avalia um novo pedido da Pfizer para o uso emergencial da vacina bivalente contra a variante Ômicron da Covid-19. O pedido foi efetuado nesta sexta-feira, 30, pela farmacêutica e visa contemplar a população acima dos 12 anos de idade. De acordo com a Anvisa, o imunizante é uma mistura de cepas do vírus SarsCov-2 e propõe oferecer uma proteção maior contra a variante, se comparado à versão monovalente, liberada pela Anvisa em fevereiro a partir dos seis meses de idade e com diferentes dosagens entre os públicos. O prazo para a análise é de 30 dias, mas poderá ser ampliado caso a agência solicite dados adicionais como a qualidade, eficácia e segurança. A farmacêutica apresentou um pedido semelhante no mês passado, também envolvendo um imunizante bivalente contendo a subvariante Ômicron BA.1. Segundo a Anvisa, este pedido continua sendo analisado. A Ômicron é a mais contagiosa entre as variantes do coronavírus.

 





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SP: Operação Cesta Básica flagra irregularidade no peso de produtos


Fiscalização do Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo (Ipem-SP) autuou 51 fabricantes por irregularidades em produtos previamente medidos, que são embalados sem a presença do consumidor.

A Operação Cesta Básica, que investiga o peso de alimentos de subsistência, foi realizada em laboratórios da autarquia na capital paulista e nas cidades de Bauru, Campinas, São Carlos e Ribeirão Preto, no interior do estado.

O Ipem analisou 64 produtos, o que indica que 80% da amostra estava com problemas. Em operação realizada no ano passado, o instituto verificou 30 alimentos e encontrou irregularidades em 14, o que representa 47% da amostra.

As empresas autuadas têm dez dias para apresentar defesa ao Ipem, autarquia vinculada à Secretaria da Justiça e Cidadania de São Paulo, governo paulista e órgão delegado do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).

As multas aplicadas podem chegar a R$ 1,5 milhão.

Um dos papéis do instituto é proteger o consumidor para que ele leve para casa a quantidade exata de produto pela qual pagou.

O Guia Prático de Consumo do Ipem-SP traz dicas sobre o que o consumidor deve observar na hora de comprar produtos embalados, têxteis e eletrodomésticos, além de orientar sobre itens que devem trazer o selo do Inmetro e sobre o uso de balanças disponíveis em supermercados, padarias e açougues, entre outros.



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Moraes manda derrubar sites de Ludmila Lins Grilo


O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), mandou a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) tirar do ar dois sites da juíza Ludmila Lins Grilo, do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. A magistrada é alvo de investigação do Conselho Nacional de Justiça.

“Determino a intimação do presidente da Anatel, Carlos Manuel Baigorri, para que adote, imediatamente, todas as providências necessárias para a completa retirada dos sites”, determinou Moraes.

Ludmila Lins Grilo na mira do CNJ

Na quarta-feira 21, o corregedor-geral do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Luís Felipe Salomão, abriu uma investigação contra a juíza Ludmila Lins Grilo, do Tribunal de Justiça de Minas Gerais.

O CNJ apura a conduta da magistrada, por ter participado de atos supostamente políticos, criticar decisões de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e divulgar canais do jornalista Allan dos Santos.

Por determinação do STF, perfis do jornalista estão bloqueados — ele é alvo do inquérito inconstitucional das fake news, movido pela Corte, assim como outros apoiadores do presidente, que estão na mira da investigação do STF. Portanto, compartilhar o conteúdo seria ir contra a lei, o que teria feito a magistrada.

Ao abrir a investigação contra a juíza por também criticar o STF, o CNJ sustentou que Ludmila “atacou” a Corte “com o propósito de externar juízo depreciativo sobre decisões proferidas por órgãos de cúpula do Judiciário”, postura que “pode ter violado deveres funcionais inerentes à magistratura”.





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