A invasão da Venezuela e a nova postura de Trump
A recente ação militar dos Estados Unidos na Venezuela, culminando com a prisão de Nicolás Maduro, marca um ponto de inflexão na política externa de Donald Trump. A operação, que ignora acordos multilaterais e instituições como a ONU, demonstra uma clara intenção de impor seus interesses através da força, algo que já foi visto em seu confronto com o sistema de comércio internacional. O ataque à Venezuela, justificado pelo petróleo, é visto por analistas como um prenúncio de futuras intervenções, possivelmente com fins políticos.
Petróleo venezuelano e terras raras brasileiras: os alvos de Trump
A Venezuela detém cerca de 20% das reservas mundiais de petróleo, um recurso estratégico que pode ter motivado a intervenção americana. No entanto, a análise sugere que o interesse de Trump pode ir além. O Brasil, com a segunda maior reserva de terras raras do mundo, emerge como um potencial alvo futuro. A mudança de postura em relação ao Brasil, que antes sofria com tarifas impostas por Trump, e a ascensão de governos de direita na América Latina, indicam um cenário de atenção para as eleições brasileiras de 2026.
Ingerência política e o futuro da democracia na América Latina
Embora uma invasão militar ao Brasil seja considerada improvável, a possibilidade de ingerência política é real. Em tempos de internet e deepfakes, a manipulação da informação pode ser uma ferramenta poderosa para influenciar eleições. A ação na Venezuela, onde Trump agiu de forma unilateral, levanta preocupações sobre a estabilidade democrática na América Latina. O presidente Lula já classificou os ataques como “inaceitáveis”, mas o cenário global aponta para um retorno do poder americano, com novas táticas e interesses em jogo.
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