O advogado de GDias, que preferiu não se identificar, criticou o pedido de prisão feito durante a CPI. Segundo ele, “não há motivos para a prisão de meu cliente. Ele tem colaborado com a investigação desde o início, comparecendo a depoimentos e fornecendo todas as informações solicitadas”.
O advogado ressaltou que GDias não representa uma ameaça ou risco de fuga, e que a prisão seria uma medida excessiva. “Estamos falando de um cidadão que está disposto a prestar contas e responder por seus atos. Ele não tem intenção de fugir e está à disposição das autoridades para esclarecer qualquer dúvida que surja durante a CPI”, afirmou.
Ele também questionou a forma como foi feito o pedido de prisão, alegando que não foram apresentados elementos suficientes para embasá-lo. “A prisão é uma medida extrema e deve ter uma justificativa concreta. Até o momento, não vejo motivos plausíveis para tal medida. Estamos confiantes de que a CPI seguirá os princípios legais e respeitará os direitos do meu cliente”, argumentou.
Por fim, o advogado ressaltou que GDias está disposto a cooperar com a investigação e que confia que a verdade prevalecerá. “Este pedido de prisão parece mais uma manobra política do que uma ação fundamentada pela necessidade de garantir a ordem e a eficácia da CPI”, concluiu.
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