Alckmin aprova corte de ‘penduricalhos’ no serviço público: “dinheiro do trabalhador”

Corte de gastos extras no funcionalismo público ganha força

O vice-presidente Geraldo Alckmin **elogiou enfaticamente** a decisão do Ministro Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determina a suspensão de pagamentos adicionais, conhecidos como ‘penduricalhos’, no serviço público. Alckmin ressaltou que esses valores são custeados com o **dinheiro do trabalhador**, reforçando a importância da medida para a **responsabilidade fiscal** do país. A decisão do STF estabelece um prazo de 60 dias para que os órgãos públicos **cortem verbas não previstas expressamente em lei**, visando a otimização dos recursos públicos.

O que são os ‘penduricalhos’ e como afetarão o servidor?

A medida, que tem o **apoio do vice-presidente**, visa eliminar gratificações, adicionais e outras verbas que não possuam respaldo legal direto. Com a decisão de Dino, os adicionais que não estiverem **expressamente previstos em lei** deverão ter seus pagamentos suspensos em um prazo de até 60 dias. Essa iniciativa busca trazer maior transparência e **eficiência na gestão dos gastos públicos**, garantindo que os recursos sejam alocados de forma justa e legal, sem desvios para benefícios não autorizados.

Impacto e Próximos Passos da Medida

A suspensão desses pagamentos adicionais é vista como um passo importante para o **equilíbrio das contas públicas**. O vice-presidente Alckmin, ao defender a medida, enfatizou a necessidade de **respeitar o dinheiro público** e garantir que ele seja utilizado de forma a beneficiar a sociedade como um todo. A expectativa é que, com a implementação dessa decisão, haja uma **redução significativa nos gastos públicos** com verbas de natureza duvidosa, liberando recursos para investimentos em áreas prioritárias e para o bem-estar da população. A aplicação da decisão do STF será acompanhada de perto por órgãos de controle e pela sociedade civil.


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