O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o ministro Alexandre de Moraes, disse nesta quinta-feira, 22, que a Corte Eleitoral avalia a proposta de fechamento de clubes de tiro no dia das eleições. O pedido veio dos delegados que integram o Conselho Nacional de Chefes de Polícia Civil.

O magistrado e alguns representantes da Polícia Civil se encontraram, na terça-feira 20, para debater a segurança no pleito de 2022. Em agosto deste ano, o TSE proibiu o porte de armas em um raio de 100 metros dos locais de votação.

No entanto, as forças de segurança ainda demonstraram receio com a autorização do Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador (CAC’s) para o transporte de armamento até os clubes de tiro.

Durante a sessão ocorrida hoje, Moraes reafirmou que o Poder Judiciário e a Justiça Eleitoral estão preparados para garantir a segurança dos eleitores e as eleições tranquilas. “Estamos preparados para garantir que não somente nesses 10 dias que faltam para o primeiro turno, mas depois, que teremos eleições tranquilas, eleições seguras”, explicou.

Ainda nesta quinta, a ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou estar recebendo relatos de representantes da classe artística que estariam sendo ameaçados em razão de alinhamentos políticos. “Isso é um desrespeito a um patrimônio cultural”, disse Moraes, ao mencionar que ameaças das “milícias digitais não serão toleradas”.





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