Anvisa proíbe venda de cosméticos de quatro marcas famosas

Conheça o motivo pelo qual Anvisa precisou proibir venda de cosméticos de marcas de beleza e quais foram afetadas.

Uma nova decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária acendeu o alerta entre consumidores e profissionais da beleza. O órgão determinou a proibição da comercialização, fabricação e uso de cosméticos ligados a quatro marcas, após identificar irregularidades que colocam em risco a segurança dos usuários.

Quais marcas foram afetadas 

A medida, publicada no Diário Oficial da União, faz parte de uma série de ações de fiscalização intensificadas nos últimos meses e reforça a importância de atenção redobrada na escolha de produtos de beleza.

A marca Beleza da Floresta, cujos produtos tiveram proibição total e determinação de apreensão. Segundo a Anvisa, os produtos estavam sendo fabricados e comercializados sem registro sanitário e por uma empresa sem autorização de funcionamento. A irregularidade foi atribuída à empresa Jhonata Augusto Carvalho Soares (CNPJ 61.232.429/0001-07).

A ausência dessas autorizações impede qualquer garantia de segurança, qualidade ou controle sobre os itens vendidos ao consumidor.

Outro alvo da resolução foi a marca Verzzon Fragrance, que teve seus saneantes proibidos e apreendidos. De acordo com a Anvisa, os produtos estavam sendo expostos à venda e fabricados sem registro e por uma empresa sem autorização para funcionamento. A empresa responsável é a Verzzon Fragrance Indústria e Comércio de Essências Ltda (CNPJ 40.259.542/0001-06).

Nesse tipo de situação, o risco não se limita à ineficácia do produto, podendo incluir reações adversas e danos à saúde.

Já os saneantes da marca CIN tiveram um tipo diferente de penalidade e a Anvisa determinou o recolhimento e a suspensão da comercialização, distribuição, fabricação, propaganda e uso.

A decisão foi tomada após uma inspeção realizada entre os dias 23 e 27 de fevereiro de 2026, que identificou descumprimento das boas práticas de fabricação previstas na RDC nº 47/2013. Nesse caso, o problema não foi a ausência de registro, mas falhas no processo produtivo, o que também compromete a segurança dos produtos.

A  marca Spumart Saboaria Artesanal também foi afetada. Segundo a Anvisa, não foi possível identificar a empresa responsável. O Diário Oficial aponta CNPJ e fabricante como desconhecidos, além de indicar que os produtos eram comercializados e produzidos sem registro e sem autorização de funcionamento.

A falta de identificação do fabricante é considerada uma das irregularidades mais graves, já que impede qualquer tipo de rastreabilidade.


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