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Dia Mundial do AVC: saiba como se prevenir


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Conhecido popularmente como “derrame cerebral”, o AVC (Acidente Vascular Cerebral) é a segunda principal causa de morte no Brasil. Celebrado hoje (29), o Dia Mundial do AVC tem por finalidade conscientizar a população sobre a importância de se prevenir desta urgência médica.

Confira também: Coisas sobre o AVC que você precisa saber

O que causa o AVC?

Perturbações mínimas podem provocar um AVC. No entanto, quase 90% dos AVCs são causados por um coágulo ou uma placa protuberante que bloqueia o fluxo sanguíneo para parte do cérebro. Os demais casos decorrem de ruptura de um vaso sanguíneo cerebral ou em suas proximidades, com interrupção do suprimento de oxigênio para as células adjacentes.

Quais os sintomas do AVC?

O AVC trata-se de uma lesão no cérebro que interrompe o fluxo de sangue e oxigênio, destrói preciosas células cerebrais e pode alterar a vida da pessoa. Os sinais clássicos são:

  • Dormência;
  • Fraqueza ou paralisia repentina do rosto, braço ou perna, geralmente unilateral;
  • Súbita dificuldade para falar ou compreender a fala;
  • Início abrupto de visão turva, dupla ou diminuída;
  • Ocorrência brusca de tonteira, desequilíbrio ou perda da coordenação;
  • Dor de cabeça intensa ou atípica;
  • Confusão.

Sinais que podem ser exclusivos das mulheres:

  • Perda da consciência ou vertigem;
  • Falta de ar;
  • Queda;
  • Dor súbita no rosto, no tórax, nos braços ou nas pernas;
  • Convulsões;
  • Soluços, náuseas e cansaço abruptos;
  • Palpitação ou taquicardia repentina.

Leia também: 7 fatos sobre infarto feminino que toda mulher deve saber

Leve a sério o ataque isquêmico transitório (AIT)

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Imagem: piyaphat50/iStock

Antes de um AVC, 30% a 40% das pessoas recebem um aviso: um acidente vascular cerebral de curta duração – o ataque isquêmico transitório (AIT).

Os sintomas do AIT incluem, a princípio, perda da força ou súbita dormência no rosto, braço ou perna; depois confusão ou incapacidade de falar; perda da visão; e/ou cefaleia atípica. Cessam tão rápido quanto começam (geralmente em 24 horas), mas isso não significa que o perigo tenha passado.

Pesquisas apontam que se você não tomar providências após um AIT, o risco de ter um AVC nos dois dias seguintes será de 1 em 20 e, ao longo dos três meses subsequentes, de 1 em 10.

Sempre que perceber qualquer um dos sintomas acima informe ao médico imediatamente o que aconteceu. Ele poderá prescrever medicamentos para evitar a formação de coágulos sanguíneos, diminuir o nível de colesterol e reduzir a pressão arterial.

Leia mais: O que o Ataque Isquêmico Transitório nos diz

Como se prevenir

AVC
Imagem: ThitareeSarmkasat/iStock

Os AVCs matam pelo menos 5 milhões de pessoas no mundo a cada ano e deixam incapacitados outros milhões. Mas figuram em último lugar na lista das doenças mais temidas. Contudo, se você começar a agir agora, você pode evitar esse comprometimento. Veja abaixo 12 dicas de como prevenir o AVC:

1. Controle a pressão arterial

Se a sua pressão está acima de 12/8, você está correndo um risco de AVC muito maior do que uma pessoa cuja pressão esteja abaixo desses índices. Isso porque o seu sangue fluirá mais rápido através das artérias e veias.

O ritmo acelerado representa uma tripla ameaça ao lesar os vasos sanguíneos encefálicos e as artérias carótidas, situadas no pescoço, que transportam o oxigênio responsável pela vida das células encefálicas. Também pode provocar o surgimento de “dilatações” frágeis, que podem se romper. E ainda pode causar o espessamento das artérias a ponto de acarretar sua constrição e fechamento. Não é de admirar, portanto, que a hipertensão arterial seja a principal causa de AVC.

Se a pressão arterial estiver alta, cada queda de 5 mmHg pode reduzir o risco de AVC em 42% ou mais. A estratégia é eficaz tenha você 45 ou 95 anos. A meta individual de pressão arterial saudável deve ser estabelecida pelo seu médico.

Talvez você nem precise de medicamentos para chegar à pressão arterial ideal. Se a pressão máxima (sistólica) estiver entre 120 e 139, ou se a mínima (diastólica) estiver entre 80 e 89, você tem pré-hipertensão. Assim, há uma boa chance de diminuir a pressão arterial, seja por emagrecimento, exercícios ou por meio de uma dieta saudável, com menos sal, rica em frutas, hortaliças e laticínios desnatados.

Leia também: 5 passos para reduzir a hipertensão arterial

2. Reduza o “mau” colesterol

O excesso de LDL, o mau colesterol, na corrente sanguínea inicia um processo que leva ao surgimento de faixas espessas de gordura. Desse modo se formam placas pegajosas na superfície interna da parede da artéria. Bem como das importantes artérias carótidas que irrigam o cérebro. O estreitamento dessas linhas de suprimento pode ser tão grande que mesmo um coágulo ínfimo atua como se fosse uma tampa no ralo da pia da cozinha.

A redução do nível de LDL com uma dieta pobre em gordura, associada a um medicamento do tipo estatina, diminui o tamanho dessa placa perigosa e protege o cérebro.

Um estudo realizado com 2.531 homens cujos níveis de LDL estavam ligeiramente elevados mostrou que aqueles que tomaram medicamentos redutores de colesterol tiveram o risco de AVC diminuído em 31%.

A melhor estratégia para reduzir o nível de LDL é uma alimentação pobre em gordura saturada e rica em frutas, hortaliças, cereais integrais e laticínios desnatados.

Leia mais: Como prevenir e reverter o quadro de obstrução das artérias

3. Exercite-se regularmente e coma nozes

Essas estratégias podem elevar os níveis de HDL – o “bom colesterol” que remove o LDL da corrente sanguínea. O nível mínimo saudável de HDL nas mulheres é de 50 mg/dL e nos homens, 40 mg/dL. No entanto, um nível mais alto é benéfico para o cérebro. Um estudo mostrou que as pessoas com maiores níveis de HDL tiveram reduzidos em incríveis 80% o risco de um AVC causado por placas de gordura.

4. Evite hambúrguer e cerveja

Até pouco tempo atrás, os especialistas desconheciam o perigo dos triglicerídeos (outro tipo de gordura sanguínea) para a saúde do cérebro. Mas um estudo mostrou que o risco de AVC triplicou nas pessoas que tinham os níveis mais altos em comparação com aquelas cujos níveis eram menores e mais saudáveis.

O nível saudável de triglicerídeos é inferior a 150 mg/dL. Você pode evitar sua elevação emagrecendo e consumindo menos bebidas alcoólicas.

Trocar o hambúrguer por peixe grelhado ou assado, substituir a manteiga por óleo de canola e azeite de oliva são boas pedidas. Também é importante reduzir os carboidratos refinados (encontrados no pão branco, em doces, biscoitos e bebidas açucaradas).

5. Pare de fumar

Bastam dez cigarros por dia para aumentar em 90% o risco de AVC. Ainda que os seus níveis de colesterol e de pressão arterial estejam baixos. A nicotina, o monóxido de carbono e um coquetel de outras substâncias químicas liberadas pela queima do tabaco causam o enrijecimento das artérias, aumentam o tamanho das placas nas paredes arteriais e tornam o sangue mais viscoso e propenso à coagulação.

6. Atente para a “palpitação” cardíaca

A fibrilação atrial, distúrbio em que as câmaras superiores do coração tremulam em vez de se contraírem com força e regularidade, quadruplica o risco de AVC. Acomete 1 em cada 25 pessoas acima dos 65 anos e 1 em cada 10 acima dos 80 anos.

A fibrilação atrial possibilita o acúmulo de sangue no coração e a formação de coágulos; um batimento cardíaco mais forte pode, então, empurrar um coágulo até o cérebro e provocar um AVC. Se você tiver mais de 65 anos, peça ao médico que avalie se você tem fibrilação atrial. O exame do pulso e a ausculta dos batimentos cardíacos podem ser suficientes. Às vezes, é preciso realizar um exame simples chamado eletrocardiograma (ECG). A princípio, caso o problema se confirme, o tratamento habitual é a varfarina. Ou seja, um anticoagulante que, segundo os especialistas, reduz em 69% o risco de AVC.

7. Caminhe cinco dias por semana

caminhada
Imagem: Yobro10/iStock

A caminhada acelerada durante uma hora, cinco vezes por semana, reduz pela metade o risco de AVC. Aliás, uma caminhada de meia hora propicia diminuição de 25%. Qualquer atividade física enérgica que queime 1.000 a 3.000 calorias por semana diminui o risco.

8. Relaxe

Respire fundo, cante sua música favorita, pratique ioga ou dança. Aprender a livrar-se da ansiedade e do estresse, da forma mais efetiva para você, pode reduzir em mais 24% o risco de AVC, segundo pesquisadores da Universidade de Cambridge.

Leia também: Entenda como o estresse afeta a sua imunidade.

9. Inclua peixe no cardápio

O consumo de atum, grelhado ou assado, ou de outros peixes, uma a quatro vezes por semana, pode reduzir em 27% o risco de AVC. Talvez porque as gorduras saudáveis do peixe mantenham os vasos sanguíneos flexíveis e protejam contra a formação de placas. Mas, atenção: um estudo da Escola Médica de Harvard mostrou que o consumo de peixe frito apenas uma vez por semana aumentou em 44% o risco de AVC!

10. Beba pouco, depois pare

Alguns goles podem diminuir o risco de AVC, mas o excesso de bebida causa seu aumento, segundo pesquisadores chineses que acompanharam 64 mil homens ao longo de nove anos. A conclusão é que o consumo de 1 a 6 drinques por semana reduz em 8% o risco de AVC; ao passo que mais de 21 drinques por semana aumentam o risco em 22%. Enfim, não beba tudo na noite de sexta-feira; entretanto os especialistas sugerem no máximo um drinque por dia para mulheres e dois para os homens.

11. Prefira os cereais integrais

Opte, principalmente, por aveia, pães, cereais e arroz integrais. As mulheres que comiam mais cereais integrais tiveram uma diminuição de 40% do risco de AVC, de acordo com um estudo da Escola de Saúde Pública de Harvard.

12. Deixe a cirurgia como último recurso

A existência de muitas placas de gordura nas artérias do pescoço aumenta vertiginosamente o risco de AVC. Aliás, os estudos mostram que a desobstrução cirúrgica reduz o risco em 50% a 75%.

Você pode ser candidato se já teve um AVC ou se radiografias com contraste ou outros exames mostrarem obstrução de 75% a 99%. Os sinais de alerta de obstrução incluem visão turva, fala arrastada ou fraqueza.

A técnica cirúrgica de desobstrução das artérias é chamada endarterectomia carotídea, inclui abertura da artéria e raspagem da placa. Mas, novos métodos menos invasivos usam minúsculos dispositivos metálicos, chamados stents. Sobretudo, para manter abertas artérias que sofreram estreitamento.


Atenção:

Para ter o diagnóstico correto dos seus sintomas e fazer um tratamento eficaz e seguro, procure orientações de um médico.




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8 dicas de como fortalecer os pulmões – Seleções Brasil

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Devido ao diagnóstico de infecção pulmonar, Chris Martin precisa ficar em repouso por no mínimo 3 semanas. Essas foram as recomendações médicas para o vocalista do Coldplay. Por isso, para tristeza dos fãs que adquiriram ingressos, a banda não poderá se apresentar em 11 e 12 de outubro no Rio de Janeiro e em São Paulo. Foi necessário adiar seus shows no Brasil para o começo de 2023.

Entenda como os pulmões funcionam

Cada célula do corpo necessita de um grande e constante suprimento de oxigênio – cerca de 250 ml a cada minuto em repouso. Os responsáveis pela oferta desse combustível pecisam de atenção. Assim, fortalecer os pulmões é algo a se priorizar quando se trata de saúde.

As células do corpo a bilhões de pequenos motores que queimam combustível para continuar funcionando. Em comparação, os pulmões são como uma refinaria de óleo biológico cuja eficiência é incrível. Isso porque extraem incessantemente combustível puro do ar que nos cerca.

Portanto, é fundamental saber como fortalecer os pulmões para mantê-los sempre em excelente forma, em virtude da sua grande importância para a vida humana.

A importância dos pulmões

Os pulmões fazem parte do grupo de estruturas e tecidos denominado sistema respiratório. Todo esse grupo é altamente especializado para facilitar a respiração, tanto que na maior parte do tempo sequer percebemos que estamos respirando. Nós respiramos pelo menos 17 mil vezes por dia, e em cada uma delas recebemos uma porção de ar frio, seco e sujo.

Esse ar precisa ser filtrado, aquecido e umidificado em seu percurso pelo nariz e pela boca, descendo por uma rede de vias respiratórias ramificadas até os pulmões. A distância percorrida não é grande, mas a rede é complexa, com ramificações que levam até pequenas bolsas de ar nos quais o sangue recebe sua carga de oxigênio.

Os músculos e ossos do tórax circundam e protegem esses tubos e bolsas e atuam como um fole que bombeia sem parar. Mas saiba que há muitas maneiras de manter os pulmões em funcionamento conforme se envelhece.

Como manter os pulmões em forma

Dicas para manter os pulmões saudáveis.
(Imagem: Studio Grand Web/iStock)

Existem coisas práticas que você pode fazer para fortalecer os pulmões. Aqui estão algumas delas:

1. Beba água o suficiente

Beber água é importante para a saúde pulmonar. A explicação é simples: o órgão perde água durante a expiração. E a hidratação ajuda a manter quaisquer mucos e secreções finos, facilitando a expectoração por tosse.

2. Continue beijando

Além de reduzir a pressão arterial, o colesterol e regular os batimentos cardíacos, beijar contribui para uma respiração mais profunda. Assim, a atividade pulmonar é intensificada.

3. Tome a vacina antigripal

Se você tiver mais de 65 anos ou sofrer de asma, diabetes, problemas cardiopulmonares e outras doenças crônicas, é indispensável se vacinar contra a gripe. No Brasil, a vacina é gratuita para esses grupos de risco.

4. Não fique muito tempo sentado

Divida a quantidade de tempo em que você fica sentado: reduza o tempo que passa em frente à TV. Faça caminhadas curtas pelo bairro, sente-se um pouco ao ar livre, respire fundo e continue a caminhar.

5. Cantarole

Cantarolar eleva o consumo de oxigênio. Sente-se com as mãos paralelas ao corpo. Inspire fundo. Depois, enquanto expele o ar, comece a cantarolar uma única nota. À medida que se cansar, contraia o diafragma, segure o máximo possível e continue cantarolando. Você logo se sentirá mais relaxado, o que gera benefícios ainda maiores se sofre de ansiedade.

6. Alimente-se bem

Evite refeições pesadas – sentir-se cheio pode dificultar a respiração – e faça pequenas refeições por dia em vez de uma ou duas grandes. Comer devagar e de forma calma também ajuda.

Inclua frutas, verduras e legumes na alimentação, a fim de auxiliar a prevenir infecções. Alimentos como gengibre, alho e maçã são imprescindíveis, pois possuem ação anti-inflamatória. Cenoura e laranja também são muito vantajosas, já que naturalmente ajudam nas defesas do organismo.

7. Respire ar limpo

Não é novidade que ar fresco faz bem e o ar marítimo é bastante benéfico para a oxigenação. Parar de fumar, sem dúvida, ajuda a saúde dos pulmões. Evite inclusive ambientes enfumaçados. O fumante passivo inala monóxido de carbono, formaldeído e outras substâncias perigosas. Então, faça do seu lar uma área livre de fumo.

Leia também: Fumar pode prejudicar não apenas seu pulmão, mas também sua pele

8. Aptidão pulmonar

Pessoas com problemas pulmonares costumam se preocupar com a falta de ar durante o exercício físico. No entanto, exercícios suaves ajudam tanto a saúde quanto o humor. Consulte seu médico para traçar um plano de ação e intensifique a quantidade diária.

Com o passar do tempo, isso pode melhorar a respiração, elevar a imunidade e deixá-lo mais autoconfiante. Também auxilia a romper o ciclo vicioso: ao sentir falta de ar, você se exercita menos, isso enfraquece a musculatura respiratória, que leva à falta de ar, e assim por diante.

A prática regular de quase todos os tipos de exercício ajuda a manter o corpo saudável, mas a ioga pode trazer um benefício especial para o coração e os pulmões. Praticar regularmente os asanas (posturas) ajuda a melhorar a respiração, elevando a percepção dos sentidos, músculos e articulações. A prática torna a ioga mais fácil.

Como fortalecer os pulmões exige uma certa prática, é importante também fazer exercícios para melhorar sua capacidade pulmonar:

Exercícios para fortalecer os pulmões

É importante fortalecer o sistema respiratório com bons hábitos e exercícios específicos. Imagem: Kelvin Valerio/Pexels

Respiração diafragmática

A respiração diafragmática, ou “respiração abdominal”, envolve o diafragma, que deve fazer a maior parte do trabalho pesado quando se trata de respirar. Este exercício costuma apresentar resultados melhores se você o praticar quando estiver se sentindo descansado. Você deve fazer o seguinte para praticar a respiração diafragmática:

  1. Relaxe os ombros e sente-se ou deite-se;
  2. Coloque uma das mãos na barriga e a outra no peito;
  3. Inspire pelo nariz por dois segundos, sentindo o ar entrar no abdômen e o estômago se mexer;
  4. Seu estômago deve se mover mais do que seu peito;
  5. Expire por dois segundos com os lábios franzidos enquanto pressiona o abdômen;
  6. Repetir

Respiração com os lábios franzidos

A respiração com os lábios franzidos pode desacelerar sua respiração, reduzindo o trabalho respiratório ao manter as vias aéreas abertas por mais tempo. Isso facilita o funcionamento dos pulmões e melhora a troca de oxigênio e dióxido de carbono. Este exercício de respiração costuma ser mais fácil para iniciantes do que a respiração diafragmática e pode ser praticado a qualquer momento. Para praticar esta técnica de respiração, siga os seguintes passos:

  1. Inspire lentamente pelas narinas
  2. Aperte os lábios, como se estivesse fazendo beicinho ou prestes a soprar alguma coisa
  3. Expire o mais lentamente possível através dos lábios franzidos
  4. Isso deve demorar pelo menos o dobro do tempo necessário para inspirar
  5. Repita o processo.

Respiração Profunda

A respiração profunda evita que o ar fique preso nos pulmões, o que pode fazer com que você sinta falta de ar. Como resultado, você pode respirar mais ar fresco. Veja como praticar a respiração profunda:

  1. Sente-se ou fique de pé com os cotovelos ligeiramente para trás (isso permite que seu tórax se expanda mais completamente)
  2. Inspire profundamente pelo nariz
  3. Prenda a respiração enquanto conta até 5
  4. Solte o ar por meio de uma exalação lenta e profunda, pelo nariz, até sentir que o ar inspirado foi liberado

Tosse

Este é um exercício de respiração projetado para ajudá-lo a tossir o muco de forma eficaz, sem fazer você se sentir muito cansado. Veja como praticar:

  1. Sente-se e fique em uma posição confortável
  2. Inspire pela boca, um pouco mais fundo do que faria ao respirar normalmente
  3. Ative os músculos do estômago para soprar o ar em três respirações regulares enquanto faz os sons “ha, ha, ha”
  4. Imagine que você está soprando em um espelho para fazer com que ele fique embotado

Dica de exercício: A tosse de sopro deve ser menos cansativa do que a tosse tradicional, podendo evitar que você se sinta exausto ao expelir muco tossindo.

Quer saber mais sobre como fortalecer os pulmões e todo o restante do sistema respiratório? Confira aqui!

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data reacende debate sobre preservação


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Comemorado nacionalmente em 21 de setembro, o Dia da Árvore ganhou ainda mais relevância este ano, após os episódios recentes de queimadas na Amazônia.

A data tem como objetivo conscientizar a população sobre a importância da preservação do meio ambiente para o equilíbrio do Planeta.

Leia também: 15 dicas para preservar o meio ambiente

A fim de difundir a ideia, várias cidades preparam atividades relacionadas ao tema.

O Dia da Árvore pelo Brasil

No município de Cotia, na Grande São Paulo, a prefeitura local promove o Dia da Árvore com plantios, exposições e palestras sobre Sustentabilidade.

Ainda em São Paulo, o município de Santa Bárbara d’Oeste difunde o tema com atividades de educação ambiental com alunos e professores da Rede Municipal de Ensino.

No Mato Grosso do Sul, o Sistema Fiems pretende fazer da data um marco histórico. Por isso, planeja distribuir mais de 5 mil mudas de ipês e espécies frutíferas em Campo Grande, Aparecida do Taboado, entre outros.

Confira: Como evitar as queimadas e proteger o meio ambiente

O município de Várzea Grande, no Mato Grosso, oferece palestras, peças de teatros e distribuição árvores nativas do cerrado como o Ipê de Jardim amarelo e roxo, e ipês normais.

Já no Rio, o município de Resende celebra o dia com atividades como concurso fotográfico, mutirões para retirada de pragas das árvores, palestras e plantio.

No Sul do País, a cidade de Criciúma realiza ações como plantio simbólico de mudas, exposições fotográficas, Feira da Agricultura Familiar, cinema educativo entre outras.

Em Minas Gerais, Catas Altas também dá o exemplo. Por isso, o município de pouco mais de 5 mil habitantes prepara peças teatrais, exposições fotográficas e mutirões para limpeza dos bairros próximos.

Para além do Dia da Árvore, a conscientização sobre a preservação é urgente, já que 90% dos focos de incêndio começam por razões humanas.

O desequilíbrio ambiental traz consequências por vezes irreparáveis. Preservar o meio ambiente é, portanto, papel de todos nós.



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Como fazer uma pizza de frigideira rápida e deliciosa


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Publicado em: 30 de junho de 2022

A pizza feita da frigideira é uma ótima opção para quem quer fazer uma pizza mais rápida.

Pizza é praticamente uma unanimidade quando falamos de lanches. Com recheios variados, não há quem não tenha a sua predileta. Se você adora uma pizza, mas não sabe como fazer, nós temos a solução: uma massa fácil e gostosa, que você pode deixar na geladeira (por até 7 dias) e preparar rapidinho em qualquer dia da semana. E não precisa usar o forno. Veja agora como fazer uma pizza de frigideira muito saborosa!

Receita de pizza de frigideira.

Pizza de frigideira

Receita super prática de pizza de frigideira com massa deliciosa e tipicamente italiana. Surpreenda quem você ama com o sabor inconfundível que agrada a todos os paladares!

Tempo de cozimento 15 mins

Tempo de Descanso 5 hrs

Prato Aperitivo, Lanche

Culinária Italiana

  • 1 xícara bem cheia de farinha de trigo (italiana)
  • 1 xícara bem cheia de farinha de trigo comum
  • ¾ de colher (chá) de fermento biológico seco
  • 1 colher (chá) de sal marinho
  • 1 colher (chá) de azeite de oliva extra-virgem
  • Em uma tigela grande, misture as duas farinhas e o sal.

  • Em uma tigela menor, misture água morna (pouco menos de 1 xícara), o fermento e o azeite de oliva, e em seguida despeje sobre a mistura de farinhas. Amasse com as mãos até obter uma massa homogênea e então deixe descansar por 15 minutos.

  • Trabalhe com as mãos, por mais 3 minutos, a massa descansada. Corte-a em duas partes iguais e dê a forma de bola a cada uma delas. Coloque-as em uma superfície enfarinhada, cubra com um pano úmido e deixe descansar por 4 horas em temperatura ambiente ou de um dia para o outro na geladeira. Neste último caso, retire a massa cerca de 45 minutos antes de começar a fazer a pizza.

  • Para fazer a pizza, posicione uma das bolas em uma superfície enfarinhada e estique-a com os dedos, e em seguida, com as mãos dê a forma redonda.

  • Coloque 1 fio de azeite em uma frigideira de 22 cm de diâmetro e leve ao fogo. Quando estiver quente, acomode o disco de massa e deixe “fritar” até o lado inferior começar a dourar.

  • Então vire e cubra com o molho de tomate e o recheio de sua preferência. Enquanto o outro lado doura, o recheio cozinhará.

Se preferir a pizza tradicional de forno, após a etapa 4, leve ao forno até a massa começar a dourar, tire do forno, acrescente o recheio e leve novamente ao forno até o queijo borbulhar.
Mas se a vontade aparecer e você não tiver a massa já pronta, o bom e velho pão árabe também se transforma em pizzas deliciosas. É só acrescentar o molho de tomate e o recheio, depois levar ao forno ou à frigideira.

Quer variar sua pizza? Veja outras receitas aqui. Aproveite e siga o nosso perfil no FacebookInstagram e Pinterest para ficar por dentro das novidades!





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Cólica menstrual: alivie a dor com 7 dicas infalíveis


A dismenorreia, conhecida popularmente como cólica menstrual, afeta praticamente todas as mulheres em período reprodutivo. Trata-se de uma dor no baixo ventre que ocorre durante a menstruação, e pode vir acompanhada de diversos sintomas como náusea, diarreia, dor de cabeça e, em alguns casos, até desmaio.

Leia também: 6 doenças que podem tornar o ciclo menstrual irregular

A intensidade da cólica varia de mulher para mulher e depende de diversos fatores que vão desde a sensibilidade à dor até a questões que envolvam o próprio útero.

Tipos de cólica menstrual

A cólica menstrual (dismenorreia) pode ser dividida entre os graus primário e secundário.

A dismenorreia primária é a mais comum e ocorre quando há um aumento das prostaglandinas, o que faz o útero contrair-se para eliminar o endométrio (camada mais interna do útero que reveste o órgão, local onde acontece a implantação do embrião) através da menstruação. Trata-se de um processo que faz parte de um ciclo menstrual saudável.

Já a cólica menstrual considerada de nível secundário, caracteriza-se pela alteração inflamatória deste processo natural do corpo feminino, e é conhecida por despertar dores mais intensas. Não é um processo natural, é causada por alguma alteração no organismo. Esses incômodos mais graves geralmente são sintomas de doenças como endometriose, miomas, tumores pélvicos, estreitamento do canal do útero, entre outras.

infográfico tipos de cólica menstrual
A cólica menstrual pode ser dividida em dois tipos. (Imagem: Douglas Ferreira/Revista Seleções)

De acordo com o Dr. Fernando Prado, médico, ginecologista, obstetra e especialista em reprodução humana, as mulheres devem estar atentas ao nível das dores durante o período menstrual.

“Quando a dor é incapacitante, ou seja, impede que a mulher exerça suas atividades habituais, como trabalhar, ir à escola, praticar atividades físicas ou ter relações sexuais, devemos ter atenção especial para a endometriose e fazer uma investigação mais pormenorizada”, aconselha o especialista.

Por que nem todas as mulheres sofrem com a cólica menstrual?

A pergunta acima é uma das que mais despertam o interesse das mulheres quando o assunto é cólica; enquanto algumas sofrem bastante, outras parecem não ter problemas durante a menstruação. De acordo com o Dr. Fernando Prado, a resposta para essa pergunta é muito simples: sensibilidade à dor.

“Isso acontece por causa de algo que conhecemos como ‘limiar de dor’, ou seja, para o mesmo estímulo doloroso, as pessoas podem sentir intensidades diferentes, maiores ou menores. Do ponto de vista prático, podemos chamar de sensibilidade: algumas mulheres podem ser mais sensíveis às cólicas do que outras e isso é perfeitamente normal”, explica o ginecologista. Entretanto, a diferença está exatamente na causa das dores. “Se forem aderências na pelve ou endometriose, as dores podem ser realmente mais intensas”, conclui o Dr. Fernando Prado, especialista em reprodução humana.

Sintomas da cólica menstrual

Os principais sintomas são dores na região chamada de baixo ventre, que podem irradiar para as costas e membros inferiores. Algumas mulheres podem também ter enxaquecas associadas ao período menstrual.

Nos casos de dismenorreia mais grave, são relatados sintomas como dor aguda e constante, com algumas pausas entre o pico mais alto da dor, inchaço do abdômen e das mamas, sensação de intestino solto, ou o contrário com a prisão de ventre. Além disso, náusea e vômito também são sintomas comuns.

Tratamento

De acordo com o ginecologista Dr. Fernando Prado, as mulheres que sofrem com o estágio secundário da dismenorreia podem ficar tranquilas, pois existem muitos remédios e opções alternativas para o alívio das dores menstruais. 

O tratamento consiste em oferecer uma melhor qualidade de vida, buscando reduzir as causas que provocam o desconforto da cólica.

“Geralmente focamos nos medicamentos anti-inflamatórios ou nos chamados de anti-fibrinolíticos. Ambos podem reduzir o volume de sangramento menstrual e as cólicas, melhorando bastante o dia a dia da mulher. Também podem ser usados alguns hormônios, como pílulas anticoncepcionais, visando reduzir o fluxo menstrual ou mesmo deixar a mulher sem menstruação por algum tempo”, esclarece o médico.

É importante ressaltar que os medicamentos focados no grau primário das cólicas, ou seja, as dores que são causadas pelo movimento natural do endométrio, são formas paliativas de lidar com o incômodo. Para mulheres que sofrem com dores intensas, é aconselhável ir ao ginecologista para realizar uma avaliação antes de iniciar um tratamento medicamentoso.

Como aliviar a cólica menstrual com métodos caseiros

mulher com compressa quente para aliviar cólica menstrual
Com algumas dicas caseiras é possível aliviar as dores. (Imagem: eternalcreative/iStock)

Além dos remédios especializados para a dismenorreia, existem outras alternativas para melhorar o desconforto causado pelo distúrbio. Por isso, separamos 7 dicas para aliviar a cólica menstrual.

1. Bolsas de água morna

Uma das dicas que o ginecologista Dr. Fernando Prado costuma dar às suas pacientes é aplicar bolsas com água quente na região pélvica.

“As famosas bolsas de água morna na região pélvica também podem dar uma grande ajuda e são uma maneira simples de aliviar as cólicas quando não se tem medicamentos à mão ou não se quer usá-los”, diz o doutor. O calor promove o relaxamento dos músculos do útero, além de estimular a circulação de sangue na região abdominal.

2. Praticar exercícios

Realizar exercícios aeróbicos ajudam muito a reduzir as dores durante o período menstrual. Além disso, a prática diária de atividades físicas libera endorfinas, os hormônios responsáveis pela sensação de prazer. Essas substâncias costumam ajudar na diminuição das dores.

3. Alimentos anti-inflamatórios

Está mais do que comprovado que uma alimentação saudável e balanceada pode ajudar muito no tratamento e na prevenção de inúmeras doenças. No caso da dismenorreia, alimentos como salmão, atum, sardinha, castanhas, nozes e frutas vermelhas ajudam muito no alívio das dores.

4. Evite comer gorduras e frituras

Alimentos ricos em gorduras, como os famosos hambúrgueres, batata frita e frituras em geral impedem a absorção da substância do magnésio, que auxilia no alívio de dores.

5. Diminua a cafeína 

Outra bebida muito popular também deve ser evitada: o café. Segundo a nutricionista Simone Getz, especialista em cólica menstrual e endometriose, a cafeína estimula os movimentos peristálticos, acentuando as contrações dos músculos do baixo-ventre e, portanto, intensificando as cólicas menstruais. O café preto e refrigerantes à base de cola também impedem o alívio das dores durante a menstruação.

6. Beber muita água

Hidratar-se ajuda na redução do inchaço corporal causado pelos hormônios liberados durante o ciclo menstrual e estimula a circulação do sangue em todo o corpo. A quantidade ideal é de 2 litros de água por dia, mas incluir alimentos ricos em água na dieta, como a melancia por exemplo, também são uma boa opção.

7. Terapias alternativas

Além de relaxar, a massagem e a acupuntura podem ajudar muito no alívio das dores menstruais. Ao estimular a circulação sanguínea, as terminações sensoriais da pele são ativadas e podem reduzir a sensação de dor. Na acupuntura, o processo tem resultados positivos ao atingir o Sistema Nervoso Simpático, reduzindo a sua percepção e estimulando o Sistema Nervoso Parassimpático, que atua diretamente na sensação de irritabilidade causada pela dor.


Atenção: Esta matéria tem como objetivo fornecer ao leitor informações úteis sobre saúde e bem-estar. Portanto, a leitura deste texto não deve substituir o aconselhamento médico profissional. Consulte um especialista sempre que suspeitar que algo possa estar errado com a sua saúde.

(CRM/SP 103.984/ RQE: 391631) – Dr. Fernando Prado Ferreira é médico ginecologista, obstetra e especialista em reprodução humana formado em Medicina pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) e doutor pela UNIFESP e pelo Imperial College London. É diretor clínico da Neo Vita, coordenador médico da Embriológica e membro da Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva (ASRM) e da Sociedade Europeia de Reprodução Humana (ESHRE).

BEGUM, Monawara; DAS, Sumit; SHARMA, H. K.. Menstrual Disorders: Causes and Natural Remedies. Journal of Pharmaceutical, Chemical and Biological Sciences. Vol.4, n.2. 307-320, 2016
CÓLICAS menstruais. Biblioteca Virtual em Saúde – Ministério da Saúde, 2009. Disponível em: . Acesso em: 28 de jun. de 2022.



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Salada de tabule: uma dica saudável para o almoço


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Publicado em: 25 de junho de 2022

Aprenda a fazer esse prato tradicional e incremente seu almoço.

 A salada de tabule, que tem origem libanesa e costuma servir como entrada, funciona muito bem para acompanhar pratos principais. O mundo árabe é repleto das mais diversas delícias gastronômicas. Foram os árabes antigos, por exemplo, os responsáveis pela popularização de temperos simples que utilizamos até hoje, como a hortelã, o tomilho e a salsinha. Além dos diversos pratos elaborados da cozinha árabe, existem alguns mais fáceis de preparar.

Além disso, seus ingredientes são nutritivos e possuem muitos benefícios para a saúde. O tomate, por exemplo, possui licopeno, um nutriente importante que combate o câncer de próstata. Já a cebola é rica em fibras, que ajudam no funcionamento do intestino. A hortelã, que não serve apenas para decorar o prato, possui diversos nutrientes como vitamina B2, vitamina E, potássio, sódio, ferro e manganês, que, entre outras funções, ajudam a cuidar do sangue.

Acompanhe a receita a seguir e shahiat jayida (bom apetite, em árabe)!

Receita de salada de tabule

Salada de tabule

Prática e muito saudável, essa receita vem direto da culinária árabe para a sua cozinha. Experimente!

Prato Salada

Culinária Árabe

  • 45g de trigo para quibe
  • 200g de tomate picado sem sementes
  • 1 cebola picada
  • 2 pepinos picados
  • 1 maço de salsinha picada
  • 3 colheres (sopa) de suco de limão
  • 2 colheres (sopa) de azeite
  • sal e pimenta-do-reino a gosto
  • ¼ colher (chá) de noz-moscada (opcional)
  • hortelã picada
  • Coloque o trigo em uma tigela com água fervente e misture com o auxílio de uma colher. Deixe em repouso por 1 hora, cobrindo a mistura com um pano grosso e limpo.

  • Em seguida, escorra e esprema para tirar o excesso de água. Misture bem com os outros ingredientes (lembre-se de picar os legumes!) e sua salada de tabule estará pronta!

Você pode adicionar outros ingredientes de sua escolha na salada, como mais azeite ou alface. Você pode ainda usar a criatividade e servir de outras formas: que tal enrolar a salada em pão árabe e garantir um lanche? Solte a imaginação!

Quer incrementar essa e outras saladas? Aqui estão 10 ervas frescas que vão dar aquele toque especial!



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Aprenda como fazer iogurte de coco caseiro


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Publicado em: 23 de junho de 2022

Conheça a delícia natural que você pode fazer na sua cozinha da noite para o dia: o iogurte vegano de leite de coco.

O café da manhã é o primeiro combustível em seu tanque, vital para determinar o quanto de energia e produtividade o seu dia terá.

O iogurte de leite de coco vai levar sua manhã para o próximo nível. Conheça já essa delícia natural cremosa e com um suave sabor de coco. O melhor de tudo é que é um repositório de probióticos.

Aprenda a fazer o leite de coco em casa!

Benefícios naturais

Com esse iogurte vegano caseiro, você obtém todos os benefícios de um alimento fermentado. E sem o transtorno digestivo que algumas pessoas experimentam com produtos lácteos. O iogurte de leite de coco é rico em probióticos que ajudam a refrescar e reabastecer o microbioma, que é essencial para a saúde do sistema imunológico, para a digestão, a limpeza da pele e o controle de peso.

Conheça os surpreendentes benefícios dos probióticos!

Iogurte vegano de leite de coco

Receita facílima de preparar, fica pronta ao longo da noite. Aprenda a fazer esse iogurte vegano utilizando leite de coco e experimente os benefícios naturais!

Tempo de cozimento 10 mins

Descanso em temperatura ambiente 18 hrs

Prato Café da manhã, Café da tarde, Sobremesas

  • 800 ml (4 xícaras) de leite de coco integral, de preferência orgânico
  • 1 cápsula probiótica, equivalente a cerca de ¼ colher (chá) de pó, ou 1 sachê de probióticos (Encontre este ingrediente em farmácias ou casas de produtos naturais, qualquer tipo vivo serve)
  • 1 colher (sobremesa) de ágar-ágar em pó (opcional)
  • Leve o leite de coco ao fogo baixo e, quando estiver morno, misture o ágar-ágar (caso queira o iogurte mais encorpado) e dissolva bem. Em seguida, deixe ferver e desligue o fogo. Quando amornar (a temperatura deve estar suportável à pele humana), misture o probiótico.

  • Transfira para um recipiente de vidro ou cerâmica e tampe frouxamente. Deixe descansar à temperatura ambiente por 18 a 24 horas.

  • Depois de pronto, reserve ½ xícara do iogurte de leite de coco para o próximo lote em um outro frasco de vidro ou cerâmica com tampa.

  • Leve o iogurte à geladeira. A validade é de 3 a 4 dias refrigerado, ou algumas semanas no freezer.

Saboreie o seu iogurte de leite de coco da mesma forma que o iogurte tradicional. Você pode servi-lo apenas com mel ou com frutas, granola e até mesmo em milk-shakes. É só congelar o iogurte de leite de coco e bater com a fruta da sua preferência. Fica melhor ainda!
E mais, também pode servir como sobremesa! É só congelar o iogurte de leite de coco, bater no liquidificador, levar novamente ao freezer por duas horas e fazer o seu próprio sorvete de coco vegano. Para isso, misture ½ xícara do iogurte de leite de coco reservada com 400 ml (2 xícaras) de leite de coco integral, depois repita os passos 2 a 4 da receita.
Atenção! Você pode continuar fazendo o iogurte de leite de coco por esse método indefinidamente. Você vai descobrir que depois da segunda ou terceira vez, vai ficar ainda mais grosso e cremoso. No entanto, se perceber a formação de mofo, é sinal de que está na hora de jogar fora e começar tudo de novo.



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Como colocar papel de parede sem ajuda profissional: passo a passo


O papel de parede é uma ótima alternativa para quem deseja renovar a decoração e não quer utilizar tintas ou trocar os móveis. Contudo, muitas pessoas acabam não tendo coragem de aplicar um modelo em casa por achar muito complicado. Para acabar com esse medo, nós reunimos algumas dicas de como escolher e como colocar papel de parede.

Como escolher o papel de parede

Aplicar papel de parede de uma só cor ou estampado é uma questão de gosto. O importante é combiná-lo com o estilo do ambiente, pois o papel de parede modifica bastante o cômodo. Ele pode separar, estruturar ou aumentar o ambiente.

Antes de escolher o seu papel de parede, avalie o tamanho do ambiente. Em aposentos espaçosos, estampas grandes, por exemplo, podem causar uma impressão de nobreza, porém, em quartos pequenos e angulares, transmite a sensação de sufocamento.

Leia também: 30 ambientes com papel de parede para você se inspirar

Recintos pequenos devem ser decorados com apenas uma cor, bem clara ou com estampas pequenas. O mesmo vale para ambientes onde permanecemos por muitas horas. Nesses casos, a dica é colocar um papel de parede com listras verticais, que dão a impressão de ambientes maiores. O teto deve ser branco.

Embora os estampados sejam clássicos, os mais usados são aqueles que possuem texturas. Estes, depois de aplicados, podem ser pintados de qualquer cor.

Os papéis de parede de material sintético são mais simples de colocar, pois a cola é aplicada diretamente na parede. Já os estampados ou texturizados são um pouco mais trabalhosos.

Os papéis de parede sintéticos são mais robustos e indicados para aposentos mais úmidos ou para despensas. Mas escolha aqueles que não têm resina de PVC.

Lista de materiais que você vai precisar

materiais necessários para aplicar papel de parede
Com alguns materiais simples você conseguirá aplicar o papel de parede sem dificuldade. (Imagem: Svetlana Khoroshilova/iStock)

Antes de colocar a mão na massa certifique-se de que tem tudo o que precisa:

  • Escada
  • Tesoura
  • Fita métrica
  • Pano (de preferência 2: um úmido e um seco)
  • Espátula
  • Estilete afiado
  • Papel de parede

Caso o papel de parede que tenha escolhido não seja autoadesivo, você irá precisar de:

  • Cola para papel de parede
  • Água (para diluir a cola)
  • Balde (para misturar a cola e a água)
  • Rolo de pintura

Como colocar papel de parede: passo a passo completo

Passo 1: Limpe e prepare a superfície

Deixe a superfície da parede totalmente livre de sujeira e imperfeições. Lixe, se for necessário, passe um pano úmido e deixe secar naturalmente com o tempo. Se estiver sem imperfeições, ela já está pronta para receber o papel de parede.

Passo 2: Meça a parede

Meça toda a área onde será aplicado o papel de parede. Corte o papel nos tamanhos equivalentes que você irá precisar com uma sobra de 10 cm na parte de cima e de baixo; isso servirá como uma margem de erro.

Passo 3: Passe a cola no papel

Se você for usar o papel de parede sem adesivo, misture a cola de papel de parede com a água num balde; sempre seguindo as instruções da embalagem da cola. Depois, basta aplicar com abundância do centro para fora do papel com o rolo de pintura.

Passo 4: Passe cola nos cantos da parede

aplicar papel de parede com cola
É importante aplicar cola nos cantos da parede para evitar que a ponta do papel de parede descole. (Imagem: Vadym Plysiuk/iStock)

Aplique cola branca nos cantos superior e inferior da parede. Isso irá evitar que as pontas do papel se solte com facilidade. Em alguns casos, dependendo do tipo de papel escolhido, pode ser que você precise passar cola em toda a parede. Sendo assim, para ter certeza, sempre verifique junto ao fabricante ou revendedor se há esta necessidade. 

Passo 5: Aplique o papel na parede

Comece a aplicar o papel de parede sempre a partir do teto, colocando a ponta do papel de parede no teto e seguindo aos poucos com o restante. Use um pano seco para auxiliar na colagem, isso evita que fiquem bolhas no decorrer do processo. Cole com cuidado até o chão e verifique se não está torto. Se tiver dificuldade peça ajuda para que alguém vá o orientando.

Repita o processo com o restante do papel até preencher a área desejada. Caso forme bolhas, fure com um alfinete e passe a espátula na área até a falha sumir. Use o pano seco por cima para verificar se não há nenhuma imperfeição ou excesso de cola.

Passo 6: Recorte o espaço para tomadas e interruptores

Há duas formas para recortar os espaços de tomadas e interruptores: a primeira consiste em marcar no próprio papel onde se encontra o interruptor ou tomada e recortar antes de passar a cola e começar a aplicação do papel na parede. A segunda, que é um pouco mais fácil na hora de aplicar o papel, consiste em fazer o recorte com a ajuda de um estilete quando o papel já estiver totalmente colado na parede.

Atenção: lembre-se de desparafusar os espelhos de interruptores e tomadas antes de aplicar o papel de parede.

Passo 7: Corte as sobras

Você irá precisar da espátula e do estilete para recortar as sobras do papel de parede. Use a espátula como guia e corte o excesso do papel de parede com o estilete. Passe o estilete devagar e de forma delicada para garantir um resultado uniforme e puxe com muito cuidado o excesso assim que tiver certeza que o estilete separou totalmente as áreas.

Passo 8: Limpe as emendas

Para limpar as emendas e retirar resquícios ou excesso de cola, use o pano úmido. Passe o pano delicadamente sobre as emendas no intuito de retirar as marcas e excesso de cola, mas sem esfregar para não danificar o papel.

Video explicativo de como aplicar o papel de parede

Se você ainda estiver com alguma dúvida, veja o vídeo com dicas de como aplicar papéis de parede de forma correta e fácil preparado pelo canal da Leory Merlin.

Dicas importantes

  1. Antes de aplicar o papel de parede, simule o efeito que ele causará ao ambiente, colocando um pedaço do papel escolhido contra a parede. Assim, você poderá se certificar que fez a certa.
  2. Se a sua casa já tiver papéis de parede velhos, retire-os perfurando a parede com rolos dentados e molhados com água. Se forem texturizados, isso não será necessário. Eles podem ser arrancados da parede sem problemas. Atenção: Antes de umedecer o papel, desligue a chave geral de energia, para evitar incidentes com tomadas e interruptores.
  3. Ao aplicar o papel de parede, comece pelo lado da janela. As bordas e os cantos do papel devem ser bem impregnados com cola.
  4. Anote o nome do fabricante e o número de série do papel de parede que comprou. Assim, no caso de uma futura compra, você poderá adquirir o mesmo material.

Agora que você já sabe como colocar papel de parede que tal continuar aprendendo mais sobre decoração? Confira agora 9 livros de decoração para iniciantes e conheça também 45 ideias de decoração barata para você pôr em prática e transformar a sua casa!



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