Avaliação de Lula: Aprovação cai e desaprovação aumenta em abril, aponta Datafolha

Avaliação de Lula: Aprovação cai e desaprovação aumenta em abril, aponta Datafolha

Pesquisa revela ligeira queda na aprovação do governo e empate técnico em eventual segundo turno contra Flávio Bolsonaro.

A mais recente pesquisa do Datafolha, realizada entre os dias 7, 8 e 9 de abril de 2026, indica uma **mudança no cenário de avaliação do governo do presidente Lula**. A pesquisa, que ouviu 2.004 brasileiros com mais de 16 anos em 137 cidades, aponta para um **aumento na desaprovação do trabalho do presidente**, que passou de 49% para 51%. Em contrapartida, a **aprovação registrou uma leve queda**, caindo de 47% para 45%.

Desaprovação em ascensão, aprovação em queda

O levantamento do instituto de pesquisa detalha a percepção dos cidadãos sobre a gestão federal. A pergunta central sobre a avaliação do governo, “Na sua opinião o presidente Lula está fazendo um governo”, reflete essa oscilação. A **desaprovação em relação ao trabalho de Lula como presidente agora supera a aprovação**, marcando um ponto de atenção para a administração petista. Essa variação, embora dentro da margem de erro de dois pontos para mais ou para menos, sinaliza um **desgaste na imagem do governo**.

Cenário eleitoral: Empate técnico em segundo turno

Os dados divulgados pelo Datafolha também projetam um cenário eleitoral mais acirrado. Em uma simulação de **segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro (PL)**, a pesquisa aponta um **empate técnico**. Houve uma troca de posições em relação a pesquisas anteriores, com ambos os candidatos apresentando números muito próximos, dentro da margem de erro, o que intensifica a disputa e sugere um **ambiente de maior competitividade eleitoral**.

Primeiro turno e outros destaques da pesquisa

No que diz respeito ao primeiro turno, os dados de abril mostram a consolidação de alguns cenários. A pesquisa abrangeu diversas cidades brasileiras, buscando capturar um retrato fiel da opinião pública nacional. Outros desdobramentos políticos e sociais também foram mencionados, como a especulação sobre a possível chapa de Zema com Flávio Bolsonaro e a adoção do dia 8 de Janeiro como plataforma eleitoral por grupos bolsonaristas.


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