Bolsonaro: Defesa pede prisão domiciliar e alega agravamento médico

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro protocolou um novo pedido de prisão domiciliar, justificando a solicitação pelo alegado “agravamento do quadro médico”. A decisão de manter a alta hospitalar para o dia 1º, no entanto, permanece, a menos que surjam novas intercorrências.

A equipe médica responsável pelo acompanhamento de Bolsonaro revelou que os **soluços persistentes** do ex-presidente não cessaram mesmo após um procedimento para bloquear o nervo frênico. A hipótese levantada pelos profissionais é que os espasmos têm origem no sistema nervoso e, portanto, serão tratados com o uso de medicamentos. Essa condição tem impactado significativamente o bem-estar do ex-presidente.

Segundo os médicos, o **humor de Bolsonaro piora consideravelmente durante as crises de soluços**, levando-o a solicitar o uso de antidepressivos. Além disso, foi destacado que o ex-presidente requer cuidados especiais devido à **apneia do sono**, condição que exige o uso de uma máscara específica durante o repouso. O uso deste equipamento, conforme apontado, pode aumentar o risco de quedas, demandando atenção redobrada.

Os profissionais de saúde afirmaram que Bolsonaro tem demonstrado maior comprometimento com uma **rotina de autocuidado** com o objetivo de evitar novas crises de soluços e de refluxo. Essa dedicação busca minimizar os desconfortos e riscos associados à sua condição de saúde, visando uma recuperação mais estável.

Apesar das preocupações levantadas pela defesa, a equipe médica **mantém a previsão de alta para o dia 1º**. Apenas a ocorrência de novas complicações poderia alterar essa decisão. A situação de Bolsonaro continua a ser monitorada de perto, com foco na sua recuperação e na gestão dos sintomas apresentados.


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