Defesa de Bolsonaro busca flexibilizar rotina na Papudinha
O ex-presidente Jair Bolsonaro, transferido para a unidade Papudinha em 16 de fevereiro por determinação do ministro Alexandre de Moraes, teve sua defesa solicitando mudanças significativas em sua rotina de custódia. O pedido visa autorizar a realização de caminhadas na unidade e também propõe alterações nas regras de visitação. Atualmente, Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e 3 meses de prisão por diversos crimes, incluindo organização criminosa armada, golpe de Estado e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito.
Movimentações políticas e jurídicas marcam o cenário
Enquanto a defesa de Bolsonaro busca maior flexibilidade em sua custódia, o cenário político e jurídico ao redor do ex-presidente apresenta outras movimentações relevantes. Carlos Bolsonaro, filho do ex-presidente, registrou um encontro com Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo, descrevendo o momento como “bacana com o eterno ministro”. Essa reunião, que ocorreu com o aval de Jair Bolsonaro, pode indicar articulações políticas em andamento.
Extradição de Ramagem e debates sobre ética no STF
Paralelamente, o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o pedido de extradição de Alexandre Ramagem, ex-diretor-geral da Polícia Federal, encontra-se nos Estados Unidos desde o ano passado. A notícia surge em um contexto onde o STF também tem debatido questões de ética e disciplina, como a proposta de disciplinar audiências com advogados, que recebeu oposição da OAB. A situação do pedido de extradição de Ramagem, um aliado próximo de Bolsonaro, adiciona mais uma camada de complexidade aos desdobramentos legais e políticos.
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