Evolução favorável indica possível alta da UTI em 24 horas
O ex-presidente Jair Bolsonaro apresenta uma **evolução favorável** em seu quadro de saúde e pode receber alta da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) nas próximas 24 horas, conforme divulgado por boletim médico. A notícia surge em meio a um importante desenvolvimento no âmbito jurídico, com a discussão sobre a possibilidade de **prisão domiciliar** para o ex-chefe do Executivo.
Procuradoria pede prisão domiciliar ao STF
Na última segunda-feira, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, apresentou um parecer favorável à concessão de prisão domiciliar para Bolsonaro. A solicitação foi encaminhada ao Supremo Tribunal Federal (STF) após a internação do ex-presidente. A decisão final sobre o pedido caberá ao ministro Alexandre de Moraes, relator da ação penal que condenou Bolsonaro e que havia solicitado a opinião de Gonet.
Em sua argumentação, a Procuradoria-Geral da República destacou a necessidade da medida, afirmando que “está positivada a necessidade da prisão domiciliar, ensejadora dos cuidados indispensáveis ao monitoramento, em tempo integral, do estado de saúde do ex-presidente, que se acha, comprovadamente, sujeito a súbitas e imprevisíveis alterações perniciosas de um momento para o outro”. A preocupação reside na **instabilidade do quadro de saúde** de Bolsonaro, que demandaria atenção constante e monitoramento especializado.
Contexto da internação e outros desdobramentos políticos
A internação de Bolsonaro gerou debates, especialmente com a circulação de vídeos que o mostram hospitalizado após um atentado na campanha de 2018, e não por pneumonia, como inicialmente especulado em alguns contextos. Paralelamente, outros eventos políticos movimentam o cenário nacional. Um juiz determinou a soltura de um assessor de deputado e mais três indivíduos envolvidos no saque de R$ 2,7 milhões em espécie. O ministro da Justiça, Flávio Dino, também solicitou explicações sobre o envio de emendas a uma produtora de filme que aborda a temática de Bolsonaro. Ademais, a direita discute estratégias para a formação de uma chapa ao Senado em São Paulo, e o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, renunciou ao cargo na véspera de um julgamento no TSE.
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