Carlos Bolsonaro no Senado: Disputa eleitoral em SC e cenário familiar agitado

Família Bolsonaro em disputa eleitoral

A política brasileira observa com atenção os movimentos da família Bolsonaro em relação às próximas eleições. Enquanto Flávio Bolsonaro se posiciona como um dos nomes fortes para a disputa presidencial em 2026, com projeções indicando liderança em cenários de primeiro turno, seu irmão, Carlos Bolsonaro, mantém o foco em uma candidatura ao Senado por Santa Catarina. Essa movimentação familiar adiciona uma camada de complexidade ao cenário eleitoral, com ambos os irmãos buscando consolidar suas posições políticas.

Flávio Bolsonaro e a corrida presidencial

Pesquisas recentes apontam Flávio Bolsonaro em posição de destaque entre os pré-candidatos da direita para 2026. Em cenários de primeiro turno, ele aparece à frente de outros nomes, embora em um possível segundo turno contra Lula, a diferença seja de aproximadamente 10 pontos percentuais, um índice semelhante ao observado para Tarcísio de Freitas e Ratinho Jr. No entanto, o senador também enfrenta um alto índice de rejeição, com 60%, igual ao de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, e superior a Tarcísio de Freitas, que registra 47%.

Carlos Bolsonaro e o foco em Santa Catarina

A decisão de Carlos Bolsonaro em manter sua candidatura ao Senado pelo estado de Santa Catarina demonstra uma estratégia de consolidação regional, independentemente da disputa presidencial em que seu irmão está inserido. A busca por uma cadeira no Senado Federal representa um passo importante em sua carreira política, buscando fortalecer a representação da família em diferentes esferas do poder. A campanha em Santa Catarina certamente será marcada pela forte influência e pelo apoio do eleitorado bolsonarista.

Investigações e o ambiente político

O ambiente político em torno da família Bolsonaro também é marcado por investigações. A Polícia Federal apura movimentações financeiras suspeitas envolvendo assessores de Sóstenes e Jordy, com indícios de operações de desvio que somam R$ 18 milhões. Além disso, o ex-presidente Jair Bolsonaro foi convocado a depor à PF sobre a origem de objetos e documentos encontrados em cofres no Alvorada. Paralelamente, o judiciário discute a proposta de um teto para penduricalhos de magistrados, com o ministro Fachin buscando apoio para instituir um código de ética no STF.


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