Blog do Negreiros

Na Fazenda Tamanduá: Aboio também é apreciado

O aboiador do sertão.

À tardinha, quando o sol vai se escondendo atrás das serras, os pássaros emudecem e, de repente, passa-se a ouvir o canto do vaqueiro, cantando a seu modo para o gado que se dirige para o curral. É o que se chama Aboio do Vaqueiro.


E não há, para esse homem rústico, que veste a couraça ou Jibâo, nada mais belo que seu cântico, que reflete a saudade do dia que se foi e o agradecimento pela força perseverante, devido a fé que o acompanha pela mata ou caatinga.


Serve, também, o aboio, para agradecer e homenagear aqueles que lhe dão a coragem da luta cotidiana e até desigual, como pelo amparo daqueles que lhe são caros ou valiosos: a família; o patrão dono do gado; a amada, presente ou ausente. E são versos tirados do repente, igualmente o violeiro, cantando as alegrias e tristezas das matas verdes ou secas, dependendo das estações e de um Deus que o conduz e lhe dá forças e o faz destemido!

Sendo um verdadeiro amante da poesia, tirada do Repente, com o toque da Viola, o franco-suíço-brasileiro Pierre Landolt realizou, através do Instituto Fazenda Tamanduá, um evento tipicamente rural e “matuto”, com uma agenda preenchida pela flora e fauna local, onde as diversidades de culturas foram mostradas aos convidados, fazendo ver ou sentir a beleza do campo, tanto na época do plantio, como na seara

Foi oferecida aos convidados uma noitada da Viola e do Verso improvisado, patrocinada por alguns valores nessa arte tipicamente sertaneja.


O local foi a Casa Museu, que homenageou seu morador, desde que Pierre a adquiriu, ao chegar no Sertão: Zé Bié, que foi enterrado no próprio local, atendendo desejo dele e obedecendo requisitos da vigilância em saúde


A noite foi presenteada com o “Encontro” de Ivanildo Vila Nova, Diomedes Mariano, Roberto Lucena e Jomaci Dantas, os dois últimos sendo os declamadores e apresentadores. E fechando a equipe renomada, os aboiadores de Caruaru Zito Alves e Antônio Barbosa.

A arte do aboio, conquistou Pierre que junto com sua esposa Catherine, sentiu de perto a voz estridente e vibrante da dupla de Pernambuco.

Confira compacto:

Texto de Marcos Nogueira


Na Fazenda Tamanduá: Noite do Repente e Viola

Sendo um verdadeiro amante da poesia, tirada do Repente, com o toque da Viola, o franco-suíço-brasileiro Pierre Landolt realizou, através do Instituto Fazenda Tamanduá, um evento tipicamente rural e “matuto”, com uma agenda preenchida pela flora e fauna local, onde as diversidades de culturas foram mostradas aos convidados, fazendo ver ou sentir a beleza do campo, tanto na época do plantio, como na seara

Foi oferecida aos convidados uma noitada da Viola e do Verso improvisado, patrocinada por alguns valores nessa arte tipicamente sertaneja.


O local foi a Casa Museu, que homenageou seu morador, desde que Pierre a adquiriu, ao chegar no Sertão: Zé Bié, que foi enterrado no próprio local, atendendo desejo dele e obedecendo requisitos da vigilância em saúde


A noite foi presenteada com o “Encontro” de Ivanildo Vila Nova, Diomedes Mariano, Roberto Lucena e Jomaci Dantas, os dois últimos sendo os declamadores e apresentadores. E fechando a equipe renomada, os aboiadores de Caruaru Zito Alves e Antônio Barbosa.

Para os amantes do forró, uma palhinha final, com participação de Aécio Flávio, animando os convidados


A apresentação contou com moradores da fazenda, convidados de vários Estados, funcionários e amigos sendo uma espécie de “presente de aniversário ” ao nobre casal que, da Europa, mostra para o mundo os encantos que podem ser encontrados no campo, na zona rural, se tudo for projetado com carinho e dedicação.

Pierre faz ver essa realidade, mostrando talento e arte e dando exemplo a outros tantos que querem perseverar no trabalho bucólico.

Assista compacto das apresentações:

mnegreiros.com

Viva o SAMU! Viva o SUS!

Hoje, 22 de novembro de 2022, como de costume, após tomar café, vou dar uma olhadinha no movimento da rua que eu moro, Peregrino Filho e deparo com mais um acidente de moto na rotatória perto do Hospital São Francisco.

Neste momento, uma senhora que vinha com sua filhinha para a escola perdeu o controle da mato que pilotava e subiu o meio-fio e chocou-se contra uma árvore.

As duas que vinham de capacete, ficaram meia atordoada e várias pessoas que passavam pelo local correram em direção ao fato.

Apesar do acidente acontecer em frente a um hospital, a assistência veio do SAMU que veio imediatamente.

Todo o tempo, a preocupação da mãe era com a filha que teve ferimentos de natureza, leve.

Após a chegada da ambulância, foram prestadas assistência e ambas foram conduzidas para o hospital infantil e regional respectivamente.

Por isso que repito: Viva o SAMU! Viva o SUS!

Por Marcelo Negreiros

” Perdeu, Mané, não amola!”

Por: Marcos Nogueira

Uma frase dita pelo supremo ministro, da Suprema Corte dos Deuses dos Corruptos, Roberto Barroso, quando se dirigia para seu luxuoso hotel, em Nova Iorque. Disse, respondendo a um legítimo cidadão brasileiro, que apenas lhe indagava a respeito das urnas. “Perdeu, Mané, não amola!”.


Mas não foi bem assim: a frase de escárnio, deboche, cruzou o Atlântico, percorreu caminhos, chegando, de cidade em cidade, a todos rincões pátrios e de brasileiros varonis. “…ou ficar a Pátria livre, ou morrer pelo Brasil!”


E o verde e amarelo, de repente, voltou a tingir o solo da terra-mãe…cores que poderão ter coloração rubra ou vermelha, se preciso for e preciso será!


O que não podemos ( sem condicional) é assistir inertes o dantesco quadro que estamos a vislumbrar, vendo os STF e TSE a darem cobertura a uma quadrilha de famigerados e desalmados filhos de abutres, que por sede de poder tentam fazer da Nação de Caxias mais uma colônia das esquerdas, que se exemplificam nos países da nossa América Latina em ruína, somando- se a outros países de igual nível de sarjeta.


Os quartéis estão esperando apenas mais nada. Isso porque a verdade está bem nítida, transparente, não faltando, inclusive, homens e mulheres de brio, que agora, mais do que nunca, preferem o sacrifício da vida, a serem mortos- vivos nas mãos desses Fidel e Guevara, Chaves e Maduro, Ortega e FARCs. Tudo à escolha do carrasco. Vivos ou fantasmas que ainda atormentam!
Por isso não perdemos, embora sejamos Manés. Igualmente Josés e Marias. Mas todos brasileiros e filhos que amam seu rincão e que não o deixarão ser governado por bandidos de toga, colarinho branco ou com roupas listrados, vestimenta dos presídios onde se encontram os Marcolas e outros marginais, amigos do condenado Lula, que pôde ser candidato e sair da prisão, graças à artimanha de um ministro que até bem pouco se fazia nos palanques do PT, tentando e conseguindo ser um dos lacaios ou serviçais das esquerdas orientadas pelo senhor Luiz Inácio da Silva, o Nove Dedos, o motivo ou a razão do novo grito.
Daqui a pouco diremos a Barroso: “Perdeu, safado, agora te espera a cadeia!”


Não o chamaremos de Mané, porque esse nome tem valor, na soma de outros tantos que tanto querem bem à sua pátria, e que apenas tentam ver a justiça triunfar nas mãos dos bons e justos!


Espera um pouco, Barroso. Enquanto isso, quem sabe, poderás regressar a Cuba, à alcova que Zé Dirceu tanto fala e que, acredito, tem vídeos dos atos impróprios a menores de 21 anos!

Leia Também: https://mnegreiros.com/a-boca-livre-dos-ministros-do-stf-em-ny/

Marcos Nogueira é jornalista e atuou em redações de diversos veículos de comunicação do Estado, foi acadêmico de medicina, deixando o curso em seu último período.

A Toga nas cordas

Parece que os brasileiros em Nova Iorque não gostaram muito da presença dos ministros do STF. 

No país onde a democracia realmente existe, um grupo de manifestantes encontrou as autoridades que mandam no Brasil e os chamaram de ladrão. Se fosse aqui, Cérebro teria mandado prender e pagar multa.

É triste. toda ação tem uma reação e aí os togados ficaram levando porradas encostados nas cordas, como um lutador de boxe

O que vemos neste país é uma ditadura togada e muitos, inclusive jornalistas, OAB, Câmara dos Deputados, Senado Federal e outros militantes.

Marcelo Negreiros