Com ameaça de bomba, voo da Azul declarou “mayday” antes de pousar

Os pilotos do voo AD4816, da companhia aérea Azul, declararam “mayday”, após a ameaça de bomba que forçou um pouso de emergência em Brasília na noite desta quinta-feira (7/8). A aeronave havia decolado de São Luís, no Maranhão, às 18h27, com destino ao aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), onde deveria pousar por volta das 21h30.

Segundo o Flightradar, o voo emitiu o código 7700, usado para indicar situações de emergência geral, que vem acompanhado do “mayday”.

Confira:

O código “mayday” é utilizado na aviação para indicar uma emergência que precisa de assistência imediata. É o maior grau de alerta que pode ser emitido pela tripulação. A palavra deve ser repetida três vezes com o intuito de garantir que a mensagem seja compreendida pela torre de controle.

Por medida de segurança, a rota foi alterada e o avião pousou no Aeroporto Internacional de Brasília às 20h45, segundo o site FlightAware, especializado no monitoramento de aeronaves.

Em nota, a Azul informou que o voo “declarou emergência e precisou alternar para o aeroporto de Brasília, preventivamente, devido a questões de segurança envolvendo ameaça de artefato a bordo”. A companhia afirmou que o pouso ocorreu normalmente e que “Clientes e Tripulantes desembarcaram em total segurança”.

A empresa destacou ainda que “vai garantir todo o suporte necessário após a liberação das autoridades” e ressaltou que medidas como essa “são necessárias para garantir a segurança de suas operações, valor primordial para a Companhia”.

A Polícia Federal (PF) realiza uma varredura na aeronave alvo da ameaça de bomba. A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) também foi acionada para atender a ocorrência.

Por causa da situação de emergência, a Inframerica, administradora do Aeroporto de Brasília, acionou o plano de contingência do estabelecimento para este tipo de situação, como previsto no protocolo de segurança da concessionária.

A reportagem entrou em contato, também, com a Força Aérea Brasileira (FAB), a Polícia Federal e a administração do aeroporto, mas ainda não enviaram resposta. O espaço segue aberto para manifestações.

[Metrópoles]

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