A pane interrompeu o funcionamento de milhares de redes, sistemas de informática e computadores ao redor do planeta, com impacto em governos, serviços de saúde públicos e privados, funcionamento de hospitais, fábricas, sistemas financeiros, seguros, aeroportos, prestadores de serviços etc. De acordo com informações da Microsoft, responsável pelo sistema Windows, a grande vítima da falha ocorrida numa de suas fornecedoras, menos de um por cento dos computadores que usam o Windows foram afetados. Realmente é um número relativamente baixo, mas o estrago foi gigantesco. As perdas ainda não estão quantificadas, mas podem atingir mais de US$ 1 bilhão em responsabilidades diretas e indiretas, que têm como responsável uma única empresa.
Mais grave do que isso, supondo que a causadora da pane tenha seguro suficiente para fazer frente ao total das perdas, é a fragilidade da segurança das redes de computadores espalhados ao redor do planeta, especialmente no chamado “bloco ocidental”, onde as gigantes da informática têm presença preponderante. Nos países em que o Windows não é significativo, como a China e outros da Ásia, não houve abalo maior, de nenhuma natureza. Mas Europa e Estados Unidos foram diretamente afetados, como aconteceu, por exemplo, com o sistema de saúde britânico, que simplesmente saiu do ar. Além dele, milhares de voos foram cancelados ao redor do mundo, levando o caos aos aeroportos, fora mais uma série de outros eventos que geraram prejuízos de todos os tipos.
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