Estudo reprodutivo em ursos andinos pode colaborar para a conservação da espécie

Este texto foi publicado originalmente no Jornal da USP. Vale a leitura!

Um estudo de mestrado defendido na Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ) da USP avaliou a qualidade do sêmen do urso andino (Tremarctos ornatus), com a intenção de criopreservar o material através do congelamento de células. O trabalho é inédito em relação à técnica, realizada por meio de colheita farmacológica, e por analisar o sêmen de um animal em vida livre. As avaliações espermáticas sugeriram que fatores ambientais, comportamentais e biológicos podem alterar a qualidade seminal. Viver em isolamento e sem contato com fêmeas foram avaliados como condicionamentos prejudiciais para o material.

O urso andino é o único urso nativo da América do Sul e, apesar de não ocorrer fora de cativeiro no Brasil, pode ser encontrado na natureza em cinco países: Peru, Venezuela, Equador, Colômbia e Bolívia. Atualmente, a espécie é classificada como vulnerável à extinção pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), o que aponta que ela pode entrar em extinção caso as condições atuais não sejam alteradas.

[Por: Superinteressante]

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