Fusões e aquisições de usina solares em 2024 já superam números de 2023

No primeiro semestre deste ano já foram realizadas 24 transações, a mesma quantidade observada durante todo o ano passado. Em termos de capacidade de geração, essas usinas somam 1,38 gigawatts-pico (GWp) de potência. Das operações até junho deste ano, 12 envolviam a transferência de participação acionária em usinas de grande porte, a chamada geração centralizada. E, de acordo com o levantamento, metade dessas operações visavam a atuação no regime de autoprodução por equiparação, no qual um grande consumidor se torna sócio da usina e passa a gozar de benefícios fiscais.

Outras cinco operações eram de fazendas solares com até 5 megawatts-pico (MWp), na modalidade de geração distribuída (GD). Na avaliação do diretor-presidente da Greener, Márcio Takata, há uma tendência de aceleração da compra e venda de ativos solares no segundo semestre deste ano. Ele avalia que o mercado de GD tem mais de 400 portfólios com usinas de GD “que passarão por um processo de consolidação nos próximos anos, impulsionando o número de transações”.

As demais 11 operações envolviam também a venda de empresas da cadeia de valor, como gestoras, comercializadoras e distribuidoras de equipamentos. Nestas transações, 66% dos investidores eram geradoras de energia adquirindo empresas de outros segmentos. Empresas da área financeira e do segmento de óleo e gás responderam por 17% das aquisições, cada uma.

Este texto foi publicado no Broadcast no dia 25/07/24, às 11h40.

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