Governador de RO troca União pelo PSD e frustra planos do vice

Governador de Rondônia, Marcos Rocha, anuncia filiação ao PSD e causa reviravavolta política

O Governador de Rondônia, Marcos Rocha, confirmou nesta semana sua filiação ao Partido Social Democrático (PSD), em um movimento que causa **impacto direto na composição dos palanques presidenciais** nos Estados e altera significativamente o cenário político rondoniense. A decisão, comunicada após aceitar o convite do presidente do partido, Gilberto Kassab, e do governador Ratinho Júnior, sinaliza uma **mudança de rumo para o chefe do Executivo estadual**, que estava filiado ao União Brasil desde sua reeleição em 2022.

Vice-governador impedido de assumir e planos frustrados

A filiação de Marcos Rocha ao PSD não apenas representa uma nova aliança partidária, mas também **impede que o vice-governador assuma o comando do Estado**, como vinha sendo articulado nos bastidores. Fontes indicam que o vice já costurava acordos e sinalizava que não apoiaria uma eventual candidatura do governador ao Senado, um cargo que Rocha agora parece ter aberto mão para se dedicar à presidência estadual do PSD. Com essa manobra, o governador busca **fortalecer sua posição e a do novo partido em Rondônia**, definindo Adailton Fúria, atual Prefeito de Cacoal, como o nome do PSD para a disputa pelo Governo estadual.

PSD mira Presidência e atrai governadores bem avaliados

A entrada de Marcos Rocha no PSD se insere em uma estratégia mais ampla do partido, que busca **lançar governadores à Presidência da República**. A legenda definirá seu candidato ao Planalto até 15 de abril, e a filiação de chefes de executivos estaduais bem avaliados, como Rocha, é vista como um movimento arriscado, mas com potencial para gerar **impacto nacional**. Em menos de uma semana, Kassab filiou dois governadores ao PSD, evidenciando a ambição do partido em **avançar sobre o espaço político bolsonarista** e atrair lideranças consolidadas.

Marcos Rocha e o histórico eleitoral em Rondônia

Marcos Rocha foi eleito pela primeira vez em 2018, quando era filiado ao PSL. Sua reeleição em 2022 já ocorreu pelo União Brasil. A conjuntura política de Rondônia, marcada por uma **disputa acirrada entre candidatos da direita** nas eleições passadas, demonstra a importância de movimentos estratégicos como este. A **troca de aliança do governador** pode reconfigurar o eleitorado estadual e as próximas disputas políticas no estado.


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