[Editado por: Marcelo Negreiros]
A missa foi divulgada pelos militantes nas redes sociais, mas foi deletada depois da repercussão. Na imagem é feito um convite a “todos os companheiros e companheiras, agricultores familiares, assentados da reforma agrária e demais amigos e amigas do MST para participar desta importante manifestação da mística e fé junto às famílias Sem Terra.”


A fazenda invadida pelo MST tem 294 hectares e uma área devoluta de 28 hectares. O terreno já abrigou a sede de uma fábrica de farinha de mandioca. Os invasores alegam que o local está na Justiça Federal por “não cumprimento de direitos trabalhistas”.
A invasão da Fazenda Coqueirinho integra o movimento “Abril Vermelho”, considerado o período em que os militantes intensificam as invasões de terras pelo país.
Leia também: “‘Abril Vermelho’: MST invade fazenda em São Mateus (ES)”
Espírito Santo aprova projeto para punir invasões
Na última segunda-feira 22, Assembleia Legislativa do Espírito Santo (Ales) aprovou o Projeto de Lei (PL) 166/2023, que pune invasores de terras no Estado. A proposta visa desincentivar as ações do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).
O projeto foi aprovado em sessão extraordinária na tarde desta segunda-feira. Apenas três deputados votaram contrários à proposta — a Ales possuiu 30 deputados. Contudo, não foi divulgado o placar oficial com o número de parlamentares presentes.
De autoria do deputado Lucas Polese (PL), o projeto cria punições para invasores de propriedades rurais e urbanas particulares do Espírito Santo. A lei vai punir “todo aquele que invade propriedades (…), com violência a pessoa ou grave ameaça, ou mediante concurso de mais de duas pessoas, para o fim de esbulho possessório”.
[Redação]
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