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"title": "<b>Inseto na Comida</b> e Caos no Hospital Metropolitano da PB: Denúncias Chocam Pacientes e Funcionários",
"subtitle": "Falhas estruturais graves, problemas com ar-condicionado na UTI e falta de depósito do FGTS se somam a relatos chocantes de <b>inseto na comida</b>.",
"content_html": "<h1><b>Inseto na Comida</b> e Caos no Hospital Metropolitano da PB: Denúncias Chocam Pacientes e Funcionários</h1>nn<h2>Falhas estruturais graves, problemas com ar-condicionado na UTI e falta de depósito do FGTS se somam a relatos chocantes de <b>inseto na comida</b>.</h2>nn<h3>Denúncias Revelam Condições Críticas no Hospital Metropolitano</h3>nn<p>Servidores do Hospital Metropolitano Dom José Maria Pires, localizado em Santa Rita, na Grande João Pessoa, na Paraíba, apresentaram um quadro alarmante de irregularidades. As denúncias, que vieram à tona nesta segunda-feira (26) após serem veiculadas pela CBN, expõem uma série de problemas que afetam diretamente a qualidade do atendimento e as condições de trabalho. Entre os relatos mais graves, destacam-se a presença de <b>insetos na comida</b> servida tanto a pacientes quanto aos próprios funcionários, além de falhas estruturais preocupantes.</p>nn<h3>Problemas Estruturais e de Pessoal Agravam a Situação</h3>nn<p>As falhas estruturais no hospital incluem problemas sérios com o sistema de ar-condicionado da Unidade de Terapia Intensiva (UTI). De acordo com os servidores, essas falhas foram tão significativas que levaram à necessidade de <b>realocação de pacientes</b> para outros quartos, colocando em risco a saúde dos mais vulneráveis. No âmbito dos recursos humanos, as queixas são igualmente sérias. Há relatos de <b>falta de depósito do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS)</b> para os trabalhadores vinculados à Fundação PB Saúde. Além disso, os funcionários apontam um <b>número insuficiente de servidores</b>, cobrando a convocação de aprovados em concurso público para suprir a demanda.</p>nn<h3>Fundação PB Saúde Responde às Acusações</h3>nn<p>Em resposta às denúncias, a Fundação PB Saúde, responsável pela administração do Hospital Metropolitano, emitiu um comunicado abordando cada ponto levantado. Sobre as falhas no ar-condicionado da UTI, a direção afirmou que os problemas foram prontamente tratados. Quanto à presença de <b>insetos nos alimentos</b>, a fundação declarou ter solicitado um reforço imediato nas ações preventivas. No que diz respeito ao depósito do FGTS, foi alegada uma "intercorrência de natureza técnica" no processo de compensação, assegurando que os valores serão integralizados com as devidas correções. Por fim, sobre a convocação de aprovados em concurso, a Fundação PB Saúde lembrou que o prazo legal para convocação se estende até abril de 2027, com possibilidade de prorrogação até 2029, e destacou que mais de 40% dos aprovados já foram chamados.</p>nn<h3>Contexto de Outra Polêmica no Hospital</h3>nn<p>É importante notar que estas denúncias surgem em um momento delicado, após o Hospital Metropolitano se envolver em outra polêmica: a <b>troca de corpos de dois idosos</b>. Embora o hospital tenha afirmado que não houve falha em seus procedimentos internos, uma sindicância foi aberta para investigar o caso. A família de José Pereira, ao abrir o caixão para o velório, percebeu que o corpo não era o do ente querido, desencadeando uma série de eventos que culminaram na exumação do corpo correto. Essa situação adiciona mais um elemento de desconfiança à gestão da unidade de saúde.</p>"
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