Judiciário intensifica ações contra aliados de Bolsonaro
O cenário político brasileiro foi marcado por decisões judiciais significativas nesta semana, com o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), solicitando laudos médicos do general Augusto Heleno. O objetivo é avaliar um pedido de prisão domiciliar para o ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) durante o governo Bolsonaro. Paralelamente, o ministro Dias Toffoli, também do STF, negou pedidos de habeas corpus apresentados por apoiadores do ex-presidente, em uma decisão que visa não comprometer a estratégia de defesa do grupo.
Decisões judiciais e repercussões políticas
As movimentações no judiciário não pararam por aí. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) arquivou um recurso relacionado à investigação do advogado de Adélio Bispo, autor do ataque à faca contra Jair Bolsonaro em 2018. Em outra frente, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, negou a emissão de passaporte para o pai de Paulo Figueiredo, impedindo sua participação em um evento familiar no exterior. A família Bolsonaro, por sua vez, através de Carlos Bolsonaro, afirmou não ter informações sobre o paradeiro do ex-presidente há mais de dois dias.
Ações governamentais e saúde financeira dos Correios
No âmbito governamental, o Executivo federal liberou emendas parlamentares com o intuito de fortalecer sua base de apoio no Senado. Contudo, notícias indicam que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não realizou repasses a um fundo destinado à reforma tributária, deixando a responsabilidade para o próximo governo. Na esfera econômica, os Correios aprovaram a contratação de um empréstimo de R$ 20 bilhões. A medida é vista como crucial para mitigar um prejuízo financeiro classificado como histórico para a empresa pública. Em outro desdobramento econômico, Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, deixou a prisão e passará a utilizar tornozeleira eletrônica.
Movimentações partidárias e polêmicas
O cenário político também se agita com filiações e denúncias. Guilherme Boulos anunciou a nomeação de uma militante do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) para a Secretaria da Juventude. Em um movimento de maior impacto, Manuela D’Ávila filiou-se ao PSOL, com vistas a uma possível candidatura ao Senado. O deputado Gustavo Gayer tornou-se alvo de uma denúncia registrada por uma médica que, segundo relatos, teria ironizado a morte do ativista americano Charlie Kirk.
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