[Editado por: Marcelo Negreiros]
A FPN também será responsável pelo treinamento dos funcionários do presídio. Conforme a portaria, “os treinamentos serão realizados na penitenciária de Mossoró e serão coordenados pela Secretaria Nacional de Políticas Penais, do Ministério da Justiça e Segurança Pública”.
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O uso da Força Penal na unidade foi autorizado pelo ministério em fevereiro deste ano, depois da fuga da dupla de criminosos do Comando Vermelho, Rogério da Silva Mendonça, de 35 anos, e Deibson Cabral Nascimento, 33 anos. Eles foram capturados em 4 de abril.
Na época, 50 agentes da Força Penal foram enviados ao Rio Grande do Norte. Eles devem permanecer no estado até 21 de junho de 2024, devido à prorrogação.
Para Lewandowski, falar de Mossoró é ‘colocar dedo na ferida’
Em 16 de abril, Lewandowski, classificou a fuga de dois presos de Mossoró como “absolutamente excepcional e inusitada”.
O ministro participou de uma audiência pública na Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados. Na ocasião, ele foi interpelado pelo deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS) sobre as medidas do governo em relação à fuga dos detentos, que foram recapturados depois de 50 dias.
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“Realmente, o senhor colocou o dedo na ferida”, respondeu Lewandowski. “A [fuga em Mossoró] foi absolutamente excepcional e inusitada. Foi a única e será a única.” O ministro destacou que a penitenciária possui um “projeto antiquado” e “obsoleto”.
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[Redação]
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