O presidente Luiz Inácio Lula da Silva convocou neste domingo, 7, uma reunião com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e outros membros do governo para discutir sobre o futuro da Petrobras.

A reunião vai ocorrer as 20h no Palácio da Alvorada, e deveria contar com a presença do ministro da Casa Civil, Rui Costa, e do ministro da Comunicação, Paulo Pimenta, além do próprio Haddad.
A pauta não foi oficializada pelo Executivo, mas deveria tratar da mudança no comando da estatal petrolífera.
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O presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, não foi convidado para a reunião.
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Conforme antecipado pela coluna da Oeste, Prates está sofrendo uma fritura há semanas, após entrar em rota de colisão com o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira.
O ministro Haddad poderia defender a permanência no cargo de Prates, principalmente por não haver razões técnicas que justifiquem seu afastamento.
Além disso, Haddad compartilha a opinião de Prates sobre a distribuição de dividendos extraordinários, pois isso beneficiaria os cofres públicos com pelo menos R$ 12 bilhões e daria fôlego para a Fazenda entregar um resultado fiscal mais aceitável em 2024.
Por último, não haveria outro nome para substituir Prates sem provocar uma reação fortemente negativa no mercado financeiro.
Entretanto, Lula já teria decidido pela substituição do presidente da Petrobras.
O Planalto estaria descontente com a atual gestão da estatal, desde o anúncio de investimentos em geração eólica.
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Entre os nomes cotados para assumir a Petrobras está o atual presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante.
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