Ministra diz que morte da irmã Marielle Franco abriu ‘tampa de bueiro’ no Rio de Janeiro

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"title": "Anielle Franco: Morte de Marielle abriu 'tampa de bueiro' no Rio",
"subtitle": "Ministra da Igualdade Racial celebra julgamento dos mandantes do assassinato de sua irmã, mas lamenta que justiça não seja a vida dela.",
"content_html": "<h2>Anielle Franco expressa sentimentos mistos com início do julgamento dos mandantes do assassinato de Marielle e Anderson.</h2>nn<p>A ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, compartilhou seus sentimentos nesta terça-feira (24) com o início do julgamento dos acusados de serem os mandantes do assassinato de sua irmã, a vereadora Marielle Franco, e do motorista Anderson Gomes. Em um momento de grande comoção, Anielle afirmou que a luta de sua família, que clama por justiça desde 14 de março de 2018, **não foi em vão**, mas ressaltou que o ideal seria ver Marielle viva.</p>nn<p>“A gente falou tanto essa frase, ‘Quem mandou matar Marielle e Anderson?’, e chegar nesse julgamento é uma mistura de que nossa luta não foi em vão, e não vai parar pós-julgamento, mas de que a gente não queria estar nessa posição”, declarou a ministra, lembrando da dor profunda ao receber a notícia da morte da irmã.</p>nn<h3>O assassinato de Marielle: uma 'tampa de bueiro' exposta no Rio</h3>nn<p>Anielle Franco comparou o caso de sua irmã à abertura de uma **'tampa de bueiro'** no Rio de Janeiro, expondo graves problemas na segurança pública e nas instituições do estado. A ministra lamentou que um dos réus acusados de encomendar o crime tenha sido o ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro à época, um indivíduo que, segundo ela, chegava a sentar com a família para discutir o caso.</p>nn<p>“A Mari abre uma tampa de um bueiro, porque ter um delegado que sentava com a gente sendo um possível participante disso, é infelizmente o retrato do nosso Estado", desabafou Anielle, enfatizando que a **segurança pública continua sendo um desafio** no estado.</p>nn<h3>Ainda sob ataques, Marielle é homenageada em Brasília</h3>nn<p>Apesar de já se passarem oito anos desde a execução de Marielle e Anderson, Anielle Franco revelou que a vereadora **ainda sofre ataques**, o que ela considera inaceitável. A família da vereadora está em Brasília desde o último domingo (22), com a mãe, Marinete, buscando força na fé para lidar com a perda.</p>nn<p>O julgamento em Brasília aborda os casos de **Chiquinho Brazão**, ex-deputado federal, **Domingos Brazão**, conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro, **Rivaldo Barbosa**, ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro, além de **Ronald Paulo de Alves Pereira**, ex-policial, e **Robson Calixto Fonseca**, ex-assessor de Domingos Brazão, todos acusados de envolvimento no planejamento do crime.</p>nn<p>Anielle Franco reitera que a busca por justiça vai além do caso de Marielle e Anderson, visando **fortalecer a democracia** e provar que nenhum crime deve ficar impune no Brasil. A expectativa é que o julgamento traga respostas e reforce a necessidade de **combate à impunidade**.</p>"
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