O álbum do Genesis considerado por Phil Collins o auge da banda

Foto: Reprodução - But Seriously

Nos anos 80, o Van Halen ao trocar David Lee Roth por Sammy Hagar fez uma transição radical em sua sonoridade. Agradando a uns e desagradando a outros, eles trocaram a farra e a pirotecnia por algo mais melódico e maduro — flertando com o AOR.

Em uma transição ainda mais abrupta que a do Van Halen, o Genesis passou do rock progressivo virtuoso e teatral da primeira metade dos anos 70 para um pop do mais comercial na década seguinte.

Em 1985, o Live Aid marcou a consagração de Phil Collins como um astro da grandeza de Michael Jackson e Lionel Richie com seu álbum solo “No Jacket Required” (1985). No ano seguinte, ele reuniu o Genesis para lançar aquele que foi seu auge em termos de apelo comercial, “Invisible Touch” (1986).

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Conforme documentário disponível no YouTube, o próprio Phil Collins considerou aquele o auge do Genesis.

“Estávamos simplesmente escrevendo sobre como nos sentíamos naquele momento, não estávamos tentando ser comerciais. Foi assim que aconteceu naquele disco. Cada uma daquelas músicas — ‘Invisible Touch’, ‘Land of Confusion’, ‘Tonight Tonight Tonight’… — foram todas top 5 mais tocadas nos Estados Unidos. Acho que a turnê de 1985-86 foi nossa primeira turnê em estádios. [Aquele disco nos] abriu um mundo totalmente novo. Aquele foi provavelmente o nosso auge.”

Gravado entre outubro de 1986 e fevereiro do ano seguinte, “Invisible Touch” conseguiu a façanha de ser o maior sucesso comercial da discografia do Genesis. Enquanto na Inglaterra chegou no topo das paradas, nos Estados Unidos vendeu mais de 6 milhões de cópias.


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