Belém – A Cúpula do Clima foi inaugurada nesta quinta-feira (6/11) com obras inacabadas, falhas técnicas na infraestrutura e comida sendo vendida a preços nada modestos. O evento reúne chefes de Estado e antecede a 30º Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30), que começa na próxima segunda-feira (10/11).
O Metrópoles presenciou pessoas tropeçando no carpete, que ainda está sendo colado ao chão de madeira da área de circulação. Várias salas e ambientes ainda estão em montagem.
Há falta de energia parcial na área de imprensa, TVs que deveriam transmitir a chegada e o discurso dos líderes não funcionam e um dos banheiros do local ficou sem água corrente.
Um dos poucos quiosques com comida abertos na inauguração da Cúpula passou parte da manhã sem energia. O preço da comida, inclusive, também chama a atenção e gerou reclamações de quem visitou o local.
Um pedaço de bolo de cenoura é vendido a R$ 40 e um simples brigadeiro, a R$ 20. Um wrap frio com pouco recheio de frango custa R$ 35, mesmo preço a que chega uma coxinha.
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Obras na inauguração da Cúpula do Clima, que reúne chefes de Estado e de governo em Belém antes da COP30
Augusto Tenório/Metrópoles
Obras na inauguração da Cúpula do Clima, que reúne chefes de Estado e de governo em Belém antes da COP30
Augusto Tenório/Metrópoles
Obras na inauguração da Cúpula do Clima, que reúne chefes de Estado e de governo em Belém antes da COP30
A expectativa é que todas as obras estejam prontas a tempo da COP30, que começa de fato somente na próxima segunda-feira (10/11). Espera-se que a Conferência reúna mais pessoas que a Cúpula, por se tratar de um momento de negociação e diálogo com escalões mais baixos dos governos, além da sociedade civil.
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Recepção
Enquanto os frequentadores passavam o perrengue, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebia representantes de mais de 100 países e órgãos internacionais. O petista também é o primeiro a discursar na plenária.
O presidente também oferecerá um almoço aos países que sinalizaram aportes no Fundo Tropical das Florestas (TFFF, na sigla em inglês). Trata-se de uma “verba”, a ser composta principalmente por investimento de países desenvolvidos e do setor privado, destinada a países em desenvolvimento para manutenção climática.
[Metrópoles]
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