O presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), não irá acompanhar o chefe do Executivo, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em nova viagem ao Rio Grande do Sul. Pacheco ficará ficará em Brasília para votar em plenário a urgência da suspensão da dívida gaúcha com a União.
Lula embarcou na manhã desta quarta-feira (15/5) rumo ao território gaúcho, acompanhado de ministros de Estado, como Fernando Haddad (Fazenda), Marina Silva (Meio Ambiente), Waldez Góes (Integração e Desenvolvimento Regional) e Nísia Trindade (Saúde).
A intenção do presidente do Senado é votar a urgência do projeto de lei complementar que suspende por 36 meses a dívida do Rio Grande do Sul. A proposta foi analisada na noite de terça-feira (14/5) na Câmara dos Deputados.
O débito gaúcho com a União é estimado em R$ 100 bilhões e, com a suspensão, o Estado deverá direcionar aproximadamente R$ 11 bilhões para a reconstrução do Rio Grande do Sul, que sofre com as consequências das chuvas intensas.

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A suspensão da dívida gaúcha foi um pedido do governador Eduardo Leite (PSDB) ao presidente Lula e ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad. A proposta foi aceita pelo Executivo na última segunda-feira (13/5).
[Redação]
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