Valdemar Costa Neto nega racha no PL e minimiza atrito entre Eduardo, Michelle e Nikolas

Valdemar Costa Neto nega racha no PL e minimiza atrito entre Eduardo, Michelle e Nikolas

Presidente nacional do PL afirma que Michelle Bolsonaro ‘ainda está se ajustando’ e que Eduardo ‘não está bem’, mas descarta crise interna no partido.

Michelle Bolsonaro e a campanha de Flávio Bolsonaro: um ajuste em curso

O presidente nacional do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, afastou nesta segunda-feira (15) os rumores de um racha interno na sigla, especialmente após as recentes declarações de Eduardo Bolsonaro e a aparente ausência de Michelle Bolsonaro na campanha de seu irmão, Flávio Bolsonaro, para o Senado. Valdemar Costa Neto afirmou que Michelle Bolsonaro não foi consultada sobre a candidatura de Flávio e que a ex-primeira-dama “ainda está se ajustando” ao cenário político.

Eduardo Bolsonaro em meio a divergências e a ‘saga’ de críticas

Em suas declarações, Valdemar Costa Neto também comentou sobre o estado de Eduardo Bolsonaro, afirmando que o deputado “não está bem”. O presidente do PL fez questão de não dar importância às divergências internas, focando no objetivo de “salvar o Brasil”. A tensão entre os irmãos Bolsonaro e outros membros do partido parece ter se intensificado, com trocas de farpas e indiretas nas redes sociais. Eduardo Bolsonaro, por exemplo, republicou um tuíte de um seguidor que criticava a postura de quem estaria “fritando banana” enquanto ele e Flávio trabalhavam para “resgatar o país”.

A resposta de Michelle e a interpretação das redes sociais

Michelle Bolsonaro não respondeu diretamente às críticas, mas sua postagem nas redes sociais, onde aparecia preparando bananas para o almoço de Jair Bolsonaro, foi interpretada por muitos como uma resposta indireta. A publicação teria sido vista por Eduardo Bolsonaro como uma provocação, intensificando o embate. Apesar das especulações, Valdemar Costa Neto reitera que a situação é de “ajuste” e que não há uma crise que abale a unidade do PL, minimizando o impacto dos atritos na estratégia do partido. Ele ainda acrescentou: “Bater em mim eu já estou acostumado. Já tem mais de três anos que eles estão aí nessa saga. Mas, sabe, deixa a Michelle viver o calvário dela”.


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