ALPB aprova reestruturação da Polícia Militar da Paraíba; veja o que muda

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A Assembleia Legislativa da Paraíba(ALPB) aprovou, na sessão desta quarta-feira (4), uma proposta enviada pelo governador João Azevêdo (PSB) que trata da reestruturação da Polícia Militar e altera as regras para promoções na corporação.

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A matéria foi aprovada, em dois turnos, com cinco emendas parlamentares, acatadas após acordo entre representantes da base e da oposição, em reunião prévia realizada ontem.

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Dentre as emendas aprovadas, está a que trata da redistribuição das vagas do quadro efetivo de oficiais e outra estabelece expressamente a hierarquia entre quadros de praças com base exclusiva na graduação e antiguidade.

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Emenda rejeitada

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O debate maior foi em relação a uma emenda do deputado Sargento Neto (PL) que previa o retorno de policiais licenciados aos quadros da PM. O presidente da Casa, Adriano Galdino, ponderou o risco da inconstitucionalidade da matéria, já que seria uma invasão de poderes.

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Wallber chegou a sugerir que aprovasse a emenda e deixasse a decisão sobre veto para o governador. O líder governista, Chico Mendes (PSB), entretanto, pediu que fosse respeitado o acordo firmado previamente. Ontem, governo e oposição se reuniram para afinar as emendas que poderiam ser incluídas ao texto original do governo.

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Outras emendas que tinham risco de inconstitucionalidade foram votadas como projeto de indicação ao governo, por sugestão de Galdino.

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Os deputados Walber Virgolino (PL) e Sargento Neto (PL), ambos representantes das forças de segurança na Casa, avaliaram de forma positiva o resultado, apesar de apontar detalhes que mereciam maior atenção do governo. Os oposicionistas cobraram que a ALPB pressione o governador a acatar as indicações.

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O líder do governo, deputado Chico Mendes (PSB), que foi relator dos projetos, disse que o texto traz avanços significativos. Esse momento é histórico. Sei que o dever da oposição é continuar nessa cobrança contínua, mas o que se faz hoje é uma das mais completas do Brasil", comentou.

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O que diz o projeto

O texto do projeto referente à Lei Orgânica da Polícia Militar define os níveis organizações da instituição, sendo o nível estratégico constituído pelo Comando-Geral, Subcomando-Geral, Estado Maior Estratégico e o Alto Comando.

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Já o nível tático é formado por Departamentos, órgãos de direção superior responsáveis pelos macrossistemas da corporação; além do operacional, constituído pelos Batalhões e Unidades de Apoio.

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A Lei Orgânica também cria o:

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- Centro de Mediação de Conflitos, que irá coordenar as operações de reintegração de posse;

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-Comando de Operações Policiais Especiais, que irá atuar em situações delicadas;

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-Centro de Apoio Técnico, responsável por ações cibernéticas vinculadas à Inteligência e à segurança cibernética da própria corporação.

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A estrutura organizacional ainda prevê os novos Comandos de Operações de Choque, Policiamentos Especializados e Regional IV; novos Batalhões de Policiamento de Choque, Força Tática, Grupamento de Operações Aéreas e Companhia Independente de Policiamento com Cães; Diretorias de Inteligência, Contrainteligência e Tecnologia e Inovação; além de novas unidades de Apoio e novos Batalhões de Policiamento de áreas.

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Promoções por merecimento e antiguidade

Já o Projeto de Lei que trata das promoções por merecimento e antiguidade dos oficiais da Polícia Militar atualiza a Lei n° 3.908, de 14 de julho de 1977, que dispões sobre os critérios para a ascensão na carreira.

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Com o projeto enviado ao Poder Legislativo, fica definido o período mínimo de permanência em cada grau hierárquico, sendo:

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  • 12 meses para aspirante a oficial;
  • 48 meses para 2° tenente;
  • 48 meses para 1° tenente;
  • 48 meses para capitão;
  • 36 meses para major;
  • 36 meses para tenente-coronel.
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Além disso, os músicos e oficiais da Administração (QOE) poderão ser promovidos a tenente-coronel, quando antes o último posto era de capitão.

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[Jornal da Paraiba]Jornal da Paraíba

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