Alta carga tributária do Brasil 'sufoca' empresas, avalia especialista

[Editado por: Marcelo Negreiros]

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Aumentar taxas e impostos, sobretudo de empresas, não é um bom negócio para a economia de um país. É o que avalia o advogado Ranieri Genari, especialista em Direito Tributário. De acordo com ele, uma alta carga tributária — como a do Brasil — tende a “sufocar” corporações, que fazem o mercado de trabalho girar.

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“Fatores como o alto índice de inadimplência tributária e a pouca lucratividade, em grande parte dos pequenos negócios, escancaram quanto a carga tributária do Brasil afeta negativamente a atividade econômica”, afirma Genari. “Isso limita a capacidade de investimento das empresas, sufocando seu caixa, e implica a derrocada do negócio ou contribui para que elas atuem na informalidade, o que prejudica a geração de empregos e afeta, inclusive, a arrecadação esperada.”

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Consultor tributário na empresa Evoinc e membro da Comissão de Direito Tributário da seccional de Ribeirão Preto (SP) da Ordem dos Advogados do Brasil, Genari também ressalta a necessidade de se mudar uma visão. Para ele, é preciso acabar com o discurso de que o Estado é o “motor” econômico do país — o que justificaria a implantação de tributos.

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A análise do advogado tributarista ganha respaldo do presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban. De acordo com o executivo, um aumento de imposto ou de qualquer taxa pesa diretamente sobre o povo. “O Brasil precisa, com urgência, de uma reforma que traga justiça tributária de verdade”, afirma Alban. “É inadmissível continuar prorrogando essa situação.”

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As opiniões de Genari e Alban constam na reportagem “Raio-X de um governo taxador”, que integra a Edição 275 da Revista Oeste. O material está disponível aos mais de 100 mil assinantes da publicação, que não aceita dinheiro público — para assinar, basta clicar aqui, escolher o plano e seguir os passos indicados.

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Diferentemente do que pedem o advogado e o presidente da CNI, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que tem Fernando Haddad como ministro da Fazenda, vai no sentido oposto. A reportagem mostra mais de 15 tributos foram criados ou ampliados desde que o petista voltou ao comando do Palácio do Planalto, em janeiro de 2023.

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