ANTENA 1 E OS CLÁSSICOS QUE TAMBÉM COMPLETARAM …

Em 2025, a Antena 1 completou 50 anos no ar. Meio século levando música de qualidade para quem respeita – e vive – a boa produção musical. E, para celebrar essa data especial, a emissora olha para o ano em que tudo começou e relembra clássicos de 1975 que também estão soprando 50 velinhas e seguem presentes na programação.

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Mais do que nostalgia, é uma oportunidade de mostrar como as músicas que completam 50 anos continuam atuais, emocionando novas gerações de ouvintes da Antena 1 todos os dias.

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1975: o ano em que a Antena 1 entrou no ar

Em 1975, a Antena 1 50 anos ainda era um projeto em construção: uma FM que nascia com a proposta de oferecer uma curadoria sofisticada de música internacional. Enquanto a emissora dava seus primeiros passos no dial, o mundo recebia álbuns e singles que mudariam a história da música pop para sempre.

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Foi o ano em que baladas cheias de camadas vocais, discos autobiográficos e hinos das pistas de dança chegaram às lojas – muitos deles, hoje, ainda soam impecáveis entre um bloco e outro da programação da rádio.

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Como era o cenário musical internacional nos anos 70? Quem dominava as paradas americanas e britânicas?

Naquele ano, o mundo vivia um dos períodos mais criativos e transformadores da música internacional. Era um momento de efervescência artística em que baladas com múltiplas camadas vocais, álbuns conceituais, experimentações eletrônicas, soul sofisticado e a ascensão da disco dividiam espaço nas lojas e nas rádios. A indústria fonográfica expandia-se rapidamente, e artistas consagrados conviviam com novos talentos que estavam redefinindo o som das grandes metrópoles.

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Nas paradas americanas, nomes como Elton John, Earth, Wind & Fire, Captain & Tennille, John Denver, KC and the Sunshine Band e David Bowie figuravam repetidamente entre os primeiros lugares da Billboard Hot 100. Foi também um ano decisivo para o Queen, que avançava no mercado dos Estados Unidos com “Killer Queen”, abrindo caminho para o impacto global que “Bohemian Rhapsody” teria no final de 1975.

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No Reino Unido, o ambiente era igualmente intenso e diversificado. A UK Singles Chart viu sucessos de David Essex, The Stylistics, Mud, 10cc, Wings e do próprio David Bowie, que levou “Space Oddity” ao número 1 após seu relançamento. Mas nenhum feito foi tão marcante quanto a chegada de “Bohemian Rhapsody”, que encerrou o ano no topo e permaneceu nove semanas consecutivas em primeiro lugar — um marco instantâneo na cultura pop britânica.

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Esse mosaico de estilos — do rock ao soul, do pop romântico à disco — explica por que 1975 é lembrado como um dos anos mais férteis da música mundial. E foi nesse mesmo contexto vibrante que a Antena 1 nasceu, conectando o público brasileiro às grandes produções internacionais e construindo uma relação que perdura há cinco décadas.

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“I’m Not in Love”: a balada que redefiniu o romantismo

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Crédito da imagem: o grupo 10cc em foto promocional. Reprodução: Facebook.

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Entre os destaques de 1975 está “I’m Not in Love”, do 10cc, uma das baladas mais sofisticadas já gravadas. Lançada como single em meados daquele ano, a canção chamou atenção pela produção ousada: centenas de vozes sobrepostas, efeitos analógicos e uma atmosfera etérea que fugia completamente do padrão romântico da época.

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Quase 50 anos depois, a faixa continua a ser um momento de pausa na programação da Antena 1, um convite para ouvir cada detalhe de um arranjo que marcou a forma como o pop podia soar mais artístico e experimental – sem perder o apelo emocional.

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Donna Summer e a revolução das pistas de dança

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Crédito da imagem: Donna Summer em foto promocional. Reprodução: redes sociais.

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Outro marco de 1975 é “Love to Love You Baby”, de Donna Summer. Com uma versão longa pensada para as pistas, a música virou o jogo da dance music e ajudou a mapear um novo caminho para as cantoras pop.

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A faixa misturava sensualidade, grooves hipnóticos e produção de vanguarda. Nascia ali uma das grandes vozes da disco e um modelo de música feita para clubes, remixagens e versões estendidas – algo que influencia até hoje as produções que você ouve nas noites ao redor do mundo e na própria programação da Antena 1.

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Entre os clássicos de 1975, “Love to Love You Baby” é um símbolo de liberdade artística e de uma nova forma de ocupar a pista de dança.

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Elton John em modo autobiográfico

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Crédito da imagem: Elton John durante show nos anos 70. Reprodução: redes sociais.

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Em 1975, Elton John já era um fenômeno mundial, mas decidiu olhar para dentro com o álbum “Captain Fantastic and the Brown Dirt Cowboy”. O disco, de forte tom autobiográfico, conta a trajetória do artista e de seu parceiro criativo Bernie Taupin, em letras que falam sobre amizade, carreira e amadurecimento.

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Musicalmente, o álbum passeia por baladas, rock e arranjos elaborados, mantendo a assinatura melódica de Elton. O resultado é um trabalho que se tornou um dos preferidos dos fãs, sempre lembrado quando se fala em clássicos internacionais que marcaram os anos 70 – e que continuam presentes na trilha sonora de quem acompanha a Antena 1 há décadas.

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KC and the Sunshine Band e o som que tomou conta do rádio

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Crédito da imagem: o grupo KC & the Sunshine Band no augo do sucesso nos anos 1970. Reprodução: redes sociais.

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Se alguns artistas de 1975 ficaram associados a álbuns conceituais e escutas mais imersivas, KC and The Sunshine Band representou o outro lado igualmente decisivo daquele ano: o domínio absoluto do rádio e das pistas de dança.

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Liderado por Harry Wayne Casey, o grupo emplacou uma sequência impressionante de hits que ajudaram a definir a estética da disco-funk americana em meados dos anos 70. Canções como Get Down Tonight, That’s the Way (I Like It) e Boogie Shoes não apenas lideraram paradas internacionais, como se tornaram presença constante nas FMs ao redor do mundo — exatamente o ambiente em que a Antena 1 dava seus primeiros passos.

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Lançado em 1975, o álbum KC and the Sunshine Band funciona como um retrato fiel desse momento. Sem a pretensão de ser um disco conceitual, o trabalho reúne faixas feitas para tocar alto, repetir e conectar o público pelo ritmo, pela leveza e pela energia contagiante — características que ajudaram a moldar a relação afetiva de uma geração com o rádio.

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Cinco décadas depois, o som do KC and The Sunshine Band segue cumprindo o mesmo papel: levantar o astral, marcar época e lembrar por que 1975 foi um ano tão decisivo para a música popular internacional — e para a história da Antena 1.

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“Lady Marmalade”: um hino que atravessa gerações

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Crédito da imagem: o trio Labelle em foto promocional nos anos 1970. Reprodução: redes sociais.

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Seria impossível falar de 1975 sem mencionar “Lady Marmalade”, do trio Labelle. Embora a gravação original tenha chegado às lojas no fim de 1974, foi em 1975 que a canção explodiu nas paradas e conquistou o mundo.

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Com seu refrão inesquecível e um groove irresistível, “Lady Marmalade” se transformou em um hino poderoso, frequentemente revisitado por novas gerações de artistas. A força da composição é tamanha que a música já ganhou versões em diferentes épocas, mas a original segue imbatível – inclusive nas playlists e especiais da Antena 1.

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O fato de tantos clássicos terem surgido justamente no ano em que a Antena 1 iniciou sua relação com o público brasileiro reforça a ideia de que 1975 foi, também para o mundo da música, um período decisivo. Um ano de grandes lançamentos, renovação artística e obras que permanecem vivas até hoje.

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Confira a seguir a relação dos principais lançamentos de 1975.

1. Pink Floyd — Wish You Were Here

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Crédito da imagem: capa oficial do álbum Wish You Were Here (1975), do Pink Floyd. Reprodução: Harvest Records / Pink Floyd Music Ltd.

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Um dos álbuns mais celebrados da banda, consagrado pela homenagem a Syd Barrett e pela combinação de ambiência, virtuosidade e lirismo filosófico. Um marco absoluto da música contemporânea.

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2. Bob Dylan — Blood on the Tracks

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Crédito da imagem: capa oficial do álbum Blood on the Tracks (1975), de Bob Dylan. Reprodução: Columbia Records.

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Considerado por muitos o auge de Dylan como compositor, com canções que atravessam décadas (“Tangled Up in Blue”, “Shelter from the Storm”). Figura constantemente nas listas de melhores discos de todos os tempos.

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3. Queen — A Night at the Opera

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Crédito da imagem: capa oficial do álbum A Night at the Opera (1975), do Queen. Reprodução: EMI Records / Queen Productions Ltd.

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A monumental obra que trouxe “Bohemian Rhapsody”, redefiniu a estética do rock e consolidou o Queen como uma das bandas mais importantes da história.

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4. Bruce Springsteen — Born to Run

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Crédito da imagem: capa oficial do álbum Born to Run (1975), de Bruce Springsteen. Reprodução: Columbia Records.

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O álbum que transformou Springsteen em estrela mundial. Uma ode americana grandiosa, cinematográfica e emocional, com status de clássico instantâneo.

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5. Led Zeppelin — Physical Graffiti

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Crédito da imagem: capa oficial do álbum Physical Graffiti (1975), do Led Zeppelin. Reprodução: Swan Song Records.

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Um dos trabalhos mais expansivos e experimentais do Zeppelin, trazendo “Kashmir” e marcando para sempre o hard rock e a música pesada.

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6. Fleetwood Mac — Fleetwood Mac

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Crédito da imagem: capa oficial do álbum Fleetwood Mac (1975), do Fleetwood Mac. Reprodução: Reprise Records.

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O primeiro disco com Stevie Nicks e Lindsey Buckingham — e o prenúncio do fenômeno Rumours. Sucesso imediato, reconduziu a banda a um novo patamar criativo.

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7. Elton John — Captain Fantastic and the Brown Dirt Cowboy

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Crédito da imagem: capa oficial do álbum Captain Fantastic and the Brown Dirt Cowboy (1975), de Elton John. Reprodução: DJM Records.

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Obra autobiográfica aclamada, inaugurou a era do cantor como um dos maiores artistas globais. Foi também um dos primeiros álbuns a estrear diretamente em 1º lugar nos EUA.

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8. David Bowie — Young Americans

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Crédito da imagem: capa oficial do álbum Young Americans (1975), de David Bowie. Reprodução: RCA Records.

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O mergulho de Bowie na soul music americana, com o icônico “Fame” (co-escrito com John Lennon). Um álbum que marca mudança estética e vocal na carreira.

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9. Patti Smith — Horses

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Crédito da imagem: capa oficial do álbum Horses (1975), de Patti Smith. Reprodução: Arista Records.

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Um dos pilares do punk e da poesia rock, influencia gerações até hoje. Produzido por John Cale, é considerado um dos álbuns mais importantes da história do rock alternativo.

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10. Earth, Wind & Fire — That’s the Way of the World

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Crédito da imagem: capa oficial do álbum That’s the Way of the World (1975), do Earth, Wind & Fire. Reprodução: Columbia Records.

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Mistura de soul, funk e jazz, com arranjos altamente sofisticados. Traz “Shining Star” e se tornou referência estética para décadas futuras.

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11. Eagles — One of These Nights

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Crédito da imagem: capa oficial do álbum One of These Nights (1975), dos Eagles. Reprodução: Asylum Records.

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Responsável por consolidar o country-rock californiano. Um dos ápices criativos da banda antes de Hotel California.

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12. Roxy Music — Siren

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Crédito da imagem: capa oficial do álbum Siren (1975), do Roxy Music. Reprodução: Island Records.

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Com “Love Is the Drug”, influenciou a cena pop britânica, o new wave e o art rock. Até hoje referência para sonoridades sofisticadas.

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13. ABBA — *ABBA

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Crédito da imagem: capa oficial do álbum ABBA (1975), do ABBA. Reprodução: Polar Music International AB.

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O terceiro álbum de estúdio do grupo sueco consolidou sua identidade pop e apresentou sucessos como “Mamma Mia” e “SOS”, abrindo caminho para a dominação global que viria nos anos seguintes.

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14. Black Sabbath — Sabotage

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Crédito da imagem: capa oficial do álbum Sabotage (1975), do Black Sabbath. Reprodução: Vertigo Records.

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Um dos discos mais pesados e energéticos da era Ozzy, equilibrando experimentação e força bruta. Hoje é cultuado como uma joia do heavy metal clássico.

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15. Joni Mitchell — The Hissing of Summer Lawns

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Crédito da imagem: capa oficial do álbum The Hissing of Summer Lawns (1975), de Joni Mitchell. Reprodução: Asylum Records.

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A cantora canadense expandiu seu universo sonoro misturando jazz, art pop e poesia sofisticada. É considerado um dos trabalhos mais ousados de sua carreira.

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16. Neil Young — Tonight’s the Night

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Crédito da imagem: capa oficial do álbum Tonight’s the Night (1975), de Neil Young. Reprodução: Reprise Records.

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Gravado nos primeiros anos da década, mas lançado apenas em 1975, o disco é cru, emotivo e poderoso. Um dos trabalhos mais intensos e influentes de Young.

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17. Parliament — Mothership Connection

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Crédito da imagem: capa oficial do álbum Mothership Connection (1975), do Parliament. Reprodução: Casablanca Records.

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Fundamental para o p-funk, inaugurou o universo futurista de George Clinton e moldou o hip-hop de décadas seguintes. Traz “Give Up the Funk”.

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18. Aerosmith — Toys in the Attic

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Crédito da imagem: capa oficial do álbum Toys in the Attic (1975), do Aerosmith. Reprodução: Columbia Records.

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Embora lançado no início de 1975, tornou-se um dos maiores sucessos comerciais da banda. Traz “Walk This Way” e ajudou a consolidar o hard rock norte-americano.

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19. Al Green — Al Green Is Love

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Crédito da imagem: capa oficial do álbum Al Green Is Love (1975), de Al Green. Reprodução: Hi Records.

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Um dos álbuns mais refinados do soul sensual de Green, com arranjos luxuosos e interpretações marcantes, ainda muito respeitado por críticos e músicos.

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20. Supertramp — Crisis? What Crisis?

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Crédito da imagem: capa oficial do álbum Crisis? What Crisis? (1975), do Supertramp. Reprodução: A&M Records.

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O disco que ampliou a sonoridade progressiva/pop da banda e pavimentou o caminho para o gigantesco sucesso de Breakfast in America alguns anos depois.

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21. Linda Ronstadt — Prisoner in Disguise

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Crédito da imagem: capa oficial do álbum Prisoner in Disguise (1975), de Linda Ronstadt. Reprodução: Asylum Records.

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Ronstadt viveu um de seus grandes momentos em 1975, e este álbum — repleto de interpretações precisas e emocionantes — foi crucial para sua consagração como estrela da música americana.

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22. The Who — The Who by Numbers

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Crédito da imagem: capa oficial do álbum The Who by Numbers (1975), do The Who. Reprodução: MCA Records.

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Um retrato íntimo e vulnerável de Pete Townshend e da fase mais reflexiva da banda. Apesar da recepção inicialmente dividida, tornou-se peça essencial da discografia.

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23. Bob Marley & The Wailers — Live! (1975)

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Crédito da imagem: capa oficial do álbum Live! (1975), de Bob Marley & The Wailers. Reprodução: Island Records.

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Embora não seja um álbum de estúdio, o registro ao vivo em Londres, com a versão definitiva de “No Woman, No Cry”, é um dos lançamentos mais importantes da história do reggae.

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24. Donna Summer — Love to Love You Baby

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Crédito da imagem: capa oficial do álbum Love to Love You Baby (1975), de Donna Summer. Reprodução: Casablanca Records.

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Um marco da disco music, produzido por Giorgio Moroder. A faixa-título, com seus quase 17 minutos, revolucionou a música de pista e lançou Donna Summer ao estrelato mundial.

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25. 10cc — The Original Soundtrack

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Crédito da imagem: capa oficial do álbum The Original Soundtrack (1975), do 10cc. Reprodução: Mercury Records.

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Um dos melhores da banda, trazendo a sofisticada “I’m Not in Love”, um marco absoluto da produção vocal e da engenharia sonora da década.

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26. KC and the Sunshine Band — KC and the Sunshine Band

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Crédito da imagem: capa oficial do álbum KC and the Sunshine Band (1975), do KC and the Sunshine Band. Reprodução: TK Records.

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Um dos álbuns mais emblemáticos da disco music, reunindo hits como “Get Down Tonight” e “That’s the Way (I Like It)”, que ajudaram a definir o som dançante de 1975 e transformaram a banda em presença constante nas pistas e nas rádios do mundo todo.

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50 anos de Antena 1: passado, presente e futuro em sintonia

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Ao celebrar Antena 1 50 anos, a emissora não olha apenas para trás. A curadoria atual combina esses grandes clássicos internacionais com novos artistas, produções contemporâneas e lançamentos que já nascem com cara de futuras lembranças afetivas.

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A cada canção de 1975 que volta ao ar, a Antena 1 conecta gerações: quem ouviu esses hits no lançamento e quem os descobriu recentemente – seja no carro, no trabalho, em casa ou no streaming.

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Cinco décadas depois, o compromisso continua o mesmo: tocar música de qualidade, com cuidado e respeito pela história de cada faixa, e seguir sendo a trilha sonora de quem vive a boa música todos os dias.

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[Antena 1]Source link

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