Barroso volta a defender 'controle da informação' nas redes sociais

[Editado por: Marcelo Negreiros]

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O ministro Luís Roberto Barroso, presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Supremo Tribunal Federal (STF), voltou a reclamar da falta de “controle” sobre as informações que circulam nas redes sociais.

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O presidente do STF deu a declaração durante participação em um evento sobre liberdade de imprensa, organizado pelo CNJ, nesta terça-feira 19.

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O presidente do STF defendeu que conteúdos publicados na internet deveriam passar por um “filtro”, assim como, segundo ele, os grandes jornais do país aplicavam antes do advento da internet.

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O ministro iniciou sua fala relembrando fatos do passado e condenando a censura imposta pelo regime militar no Brasil.

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Barroso negou censura praticada pelo STF

Sem citar casos de censura praticados pelo STF e pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), principalmente durante o período eleitoral de 2022, Barroso afirmou que o STF atua de forma intransigente na defesa da liberdade de imprensa.

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O ministro fez uma única ressalva ao que os integrantes da Corte costumam classificar como “discurso de ódio”, embora o conceito seja subjetivo e tenha sido usado, nos últimos anos, para justificar a criminalização de discursos divergentes das narrativas oficiais.

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“O discurso de ódio viola a dignidade da pessoa humana, a mentira deliberada prejudica a busca pela verdade e compromete a participação esclarecida dentro do processo democrático”, afirmou Barroso.

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Barroso já chamou jornalistas independentes de “traficantes de notícias falsas”

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Apesar de se declarar defensor da liberdade de imprensa, Barroso já chamou jornalistas independentes de “traficantes de notícias falsas”.

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O ministro fez a afirmação em um artigo publicado no blog IberICONnect, da Revista Internacional de Direito Constitucional, em janeiro de 2022.

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Leia também: “A descrença na imprensa”, artigo de Ubiratan Jorge Iorio publicado na Edição 283 da Revista Oeste

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Barroso, que presidia o TSE à época, afirmou ter preparado a Corte eleitoral para “uma verdadeira guerra” contra a mídia alternativa durante as eleições daquele ano.

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Segundo Barroso, o cenário ideal seria aquele anterior à internet, quando “a difusão de notícias e de opiniões dependia, em grande medida, da imprensa profissional”.

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Para o ministro, o surgimento de blogs e das mídias sociais permitiu a circulação de um grande número de ideias e opiniões, o que teria gerado consequências negativas, que Barroso classificou como “difusão da ignorância, mentira e a prática de crimes de natureza diversa”.

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Depois de condenar a livre circulação de ideias e opiniões, Barroso pontuou os números de ascensão das mídias sociais e destacou o fracasso dos jornais impressos, cada vez mais impactados com o descrédito dos leitores.

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Partindo do pressuposto de que, para haver democracia, é preciso censurar os meios de comunicação, Barroso defendeu a regulação das mídias sociais, ao mesmo tempo em que falou contra a censura.

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