Na manhã desta quarta-feira, 24, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) deixou as instalações da Polícia Federal em Brasília. Ele se dirigiu ao Hospital DF Star para uma internação programada, onde passará por exames preparatórios para uma cirurgia. O procedimento visa corrigir uma **hérnia inguinal bilateral**, conforme indicação da equipe médica que acompanha o ex-chefe de estado.
A hospitalização de Bolsonaro foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), após a confirmação da necessidade do procedimento pela perícia da Polícia Federal. O ministro concedeu permissão para que a ex-primeira-dama, **Michelle Bolsonaro**, seja a acompanhante principal do ex-presidente durante sua estadia no hospital. No entanto, o pedido da defesa para que Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL) também pudessem visitar o pai foi negado por Moraes.
Alexandre de Moraes determinou **medidas de segurança específicas** para a unidade hospitalar. Uma das exigências é a permanência de, no mínimo, dois policiais federais na porta do quarto de Bolsonaro durante todo o período de sua internação. Além disso, foi **proibida a entrada de celulares e outros equipamentos eletrônicos** no quarto, liberando apenas aparelhos médicos necessários para o tratamento.
O cirurgião-geral responsável pelo acompanhamento de Bolsonaro, Claudio Birolini, declarou ao Broadcast Político que a cirurgia é **“padronizada, com menor risco de complicações”**. O procedimento está agendado para a manhã desta quinta-feira, 25, com expectativa de duração entre três e quatro horas. A internação e a cirurgia marcam um novo capítulo na rotina do ex-presidente após sua saída da sede da PF.
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