Enquanto o prêmio da loteria pode ter sido uma pequena surpresa agradável, o cenário político para o ex-presidente e seus aliados é de **constantes desafios**. A cassação do mandato de Eduardo Bolsonaro, filho do ex-presidente, e sua consequente volta ao cargo de escrivão da Polícia Federal, são exemplos das **dificuldades enfrentadas pelo grupo**.
A movimentação política em São Paulo também reflete essa instabilidade. A **principal preocupação do bolsonarismo** na região é a busca por substitutos para figuras proeminentes que não devem concorrer pelo PL em 2026. Os nomes de Carla Zambelli, Eduardo Bolsonaro, Ricardo Salles e Guilherme Derrite, que juntos somaram mais de 2,5 milhões de eleitores em 2022, são citados como **grandes desafios de substituição**.
Paralelamente, Flávio Bolsonaro tem se manifestado publicamente sobre decisões judiciais que afetam seu pai. Recentemente, ele criticou o ministro Alexandre de Moraes, do STF, após a negativa de prisão domiciliar para Jair Bolsonaro, classificando a decisão como ‘decisão cheia de sarcasmo’. Essas declarações evidenciam a **tensão entre o grupo político e o judiciário**.
A prisão de Filipe Martins, ex-assessor de Bolsonaro, pela Polícia Federal, a mando de Moraes, adiciona mais um capítulo à série de acontecimentos que moldam o futuro do bolsonarismo. Martins é uma figura conhecida no círculo do ex-presidente, e sua detenção levanta questões sobre os rumos do grupo e as surpresas que a política pode reservar para 2026.
Neste contexto, o modesto prêmio da Mega da Virada para Bolsonaro e seu irmão, embora de menor relevância financeira, pode ser visto como um pequeno alívio em meio a um período de incertezas e reorganização para o grupo político. A capacidade de encontrar novos líderes e manter a base eleitoral ativa será crucial para os próximos anos.
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