Jair Bolsonaro apresentou melhora em seu quadro de saúde nas últimas 24 horas, porém, ainda não há previsão para que ele receba alta da Unidade de Terapia Intensiva (UTI). A informação foi confirmada pela equipe médica responsável pelo acompanhamento do ex-presidente, que cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão na Papudinha, 19.º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho do ex-presidente, declarou no último sábado, 14, que a defesa de seu pai aguarda a elaboração de um novo laudo médico. O objetivo é apresentar o documento à Justiça e solicitar novamente a concessão de prisão domiciliar. A alegação para o pedido se baseia no recente agravamento do estado de saúde de Bolsonaro e na necessidade de acompanhamento contínuo.
Segundo Flávio Bolsonaro, embora o ex-presidente seja "muito bem tratado" em sua custódia, ele passa longos períodos sozinho. Essa solidão, argumenta o senador, representaria um risco diante dos efeitos colaterais dos medicamentos e de eventuais emergências médicas que possam surgir. A família busca, com isso, garantir um ambiente mais propício ao tratamento e recuperação de Jair Bolsonaro.
Em paralelo, o ministro Alexandre de Moraes autorizou que Michelle Bolsonaro acompanhe o ex-presidente em sua internação hospitalar, determinando também a presença de segurança 24 horas no local. Outra decisão judicial envolve Eduardo Bolsonaro, que tem 15 dias para apresentar sua defesa em um processo movido pela Polícia Federal por abandono de cargo.
A situação de Jair Bolsonaro na UTI e os desdobramentos jurídicos associados a ele continuam a gerar atenção, com a família buscando alternativas para sua custódia e tratamento, enquanto a Justiça analisa os pedidos e os processos em andamento.
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