Brasil defende diálogo com os EUA para evitar retaliações

[Editado por: Marcelo Negreiros]

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O presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), Jorge Viana, defendeu nesta sexta-feira, 11, mais diplomacia. Ele referiu-se a negociações com os Estados Unidos. A declaração fez parte de entrevista à CNN Brasil acerca do aumento de tarifas sobre produtos brasileiros.

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Conforme o petista, a aplicação da “lei de reciprocidade” — que permite ao Brasil adotar medidas semelhantes contra produtos norte-americanos — só se encaixaria como último recurso. “Temos que priorizar o diálogo”. O político propôs a extensão do prazo para a entrada em vigor das novas tarifas por mais 90 dias, a fim de abrir espaço para novas negociações.

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Brasil cita setores mais sensíveis

Entre os setores brasileiros que podem sofrer impacto com as novas medidas dos EUA estão o de suco de laranja, aço, proteína animal e a indústria aeronáutica. Viana destacou o caso da tilápia como exemplo da dependência do mercado norte-americano: dos US$ 55 milhões exportados pelo Brasil em 2024, US$ 52 milhões tiveram os Estados Unidos como destino.

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O presidente da ApexBrasil também chamou atenção para a importância histórica da relação entre os dois países, que mantêm laços diplomáticos há 201 anos. “Precisamos limpar a área e garantir um ambiente saudável para negociação”.

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Apesar das tensões comerciais, o petista adotou um tom otimista e destacou o apoio internacional recebido pelo Brasil, incluindo manifestações de solidariedade da China, da União Europeia e de lideranças políticas norte-americanas. Da mesma forma, ele apontou a ausência de um embaixador dos Estados Unidos no Brasil como um obstáculo adicional às tratativas. Reafirmou, contudo, que as condições de mercado ainda são favoráveis para um desfecho equilibrado.

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Atualmente, os Estados Unidos são o segundo maior parceiro comercial do Brasil, atrás apenas da China. Para Viana, manter uma abordagem pragmática e evitar reações precipitadas são passos fundamentais para preservar o comércio bilateral em meio às pressões tarifárias.

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