Cartão ‘Meu INSS Vale+’ liga irmãos Batista a esquema suspeito

[Editado por: Marcelo Negreiros]

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Um programa criado para ajudar aposentados e pensionistas pode ter se transformado em mais um capítulo de suspeitas de uso indevido de recursos públicos. O cartão “Meu INSS Vale+”, lançado como meio de acesso a crédito para beneficiários do INSS, acabou sendo suspenso pelo próprio governo federal. A interrupção se deu de forma discreta, sem repercussão e apuração parlamentar.

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Conforme o cientista político Luiz Fernando D’Ávila, a iniciativa foi operada principalmente por instituições financeiras parceiras. Entre elas, o PicPay, da holding J&F, sob o controle dos irmãos Joesley e Wesley Batista. A dupla é a mesma que protagonizou uma das maiores delações premiadas da história do Brasil. Trata-se do escândalo da JBS, no âmbito da Operação Lava Jato.

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INSS: ligação com delatores da JBS levanta suspeitas

A revelação de que o PicPay esteve à frente da emissão dos cartões levanta dúvidas sobre os reais objetivos do programa. “Eles usaram a necessidade do aposentado como escada para lucrar com dinheiro público”, diz D’Ávila, em uma sequência de postagens no seu perfil no Twitter/X. 

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Você confiaria sua aposentadoria… aos mesmos irmãos Batista da JBS?

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Pois foi exatamente isso que o governo fez.

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?? E quase ninguém está falando sobre esse esquema. ? (1/10) pic.twitter.com/3B3431LMzH

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— Felipe D'Avila (@fdavilaoficial) May 12, 2025

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D´Ávila lembra da mesma forma que, durante a delação da JBS, tornaram-se públicos esquemas de corrupção envolvendo políticos, repasses ilícitos e desvios bilionários. Desta vez, diz ele, o mecanismo seria diferente, mas com a mesma lógica. Ou seja, a exploração de recursos públicos por meio de estruturas privadas ligadas aos mesmos empresários que já estiveram no centro de investigações anteriores. 

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“Eles mudam o nome, pedem desculpas e voltam. E quem paga a conta é sempre o cidadão”, escreveu o político. Segundo ele, apesar das suspeitas, o programa foi suspenso sem anúncio oficial. Da mesma forma, não houve uma apuração mais profunda por parte do Congresso, como uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI). “As demissões de servidores envolvidos na gestão do cartão também ocorreram de forma silenciosa, o que acentuou o clima de desconfiança em torno do projeto”.

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Para D’Ávila, que também é comentarista da TV Jovem Pan, o caso exige mais transparência e investigação. “É preciso perguntar: até quando vamos aceitar que as mesmas figuras envolvidas em escândalos anteriores voltem a atuar em esquemas semelhantes, apenas disfarçados?”.

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