O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro, gerou repercussão ao afirmar que **não viu o desfile** da escola de samba que homenageava o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Sapucaí. Castro, que estava presente na Marquês de Sapucaí, declarou que no seu camarote ele fica **recebendo pessoas**, o que o impediu de acompanhar as apresentações.
O desfile, que teve como enredo uma celebração à trajetória de Lula, foi alvo de críticas por parte da oposição. O Partido Novo já anunciou que pretende **acionar a Justiça Eleitoral** com o objetivo de pedir a **inelegibilidade do presidente Lula**. A polêmica em torno do desfile e das ausências de figuras políticas importantes destaca as fortes divisões partidárias no cenário brasileiro.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, por sua vez, acompanhou o desfile do camarote da Prefeitura do Rio de Janeiro. Ao lado do prefeito Eduardo Paes e de ministros do governo federal, Lula esteve presente em um dos espaços mais badalados da Sapucaí. A primeira-dama, Janja da Silva, que inicialmente faria parte do desfile na avenida, optou por permanecer no camarote, juntando-se ao presidente e demais autoridades.
A alegação de Castro de que os **'horários não bateram'** para um possível cumprimento com Lula intensifica o debate sobre a polarização política no país. Enquanto o presidente desfrutava do evento cultural, o governador, mesmo presente, manteve uma postura de distanciamento em relação ao desfile e à figura presidencial, reforçando a sua aliança com o grupo político de Bolsonaro. A ausência de um aceno ou cumprimento entre as duas figuras políticas, em um evento de grande visibilidade, não passou despercebida e alimentou especulações sobre as relações institucionais e partidárias no Rio de Janeiro.
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