CDBs garantidos em caso de venda ao BRB

[Editado por: Marcelo Negreiros]

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Investidores que adquiriram Certificados de Depósitos Bancários (CDBs) emitidos pelo Banco Master acompanham de perto a negociação de venda de parte da instituição ao BRB, banco estatal de Brasília. O negócio ainda depende da autorização do Banco Central. 

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O Master se destacou nos últimos anos pelo crescimento acelerado em razão principalmente da oferta de CDBs com taxas bem acima da média de mercado. Alguns títulos bateram em 140% do CDI. Em dezembro de 2024, o banco acumulava quase R$ 50 bilhões em CDBs emitidos.

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Segundo apurou o jornal O Estado de S. Paulo, há três caminhos possíveis para esses investimentos. De qualquer modo, em todos eles os recursos dos investidores estariam cobertos, ao menos inicialmente. 

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O presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, afirmou que a proposta em análise prevê que o banco estatal assumiria R$ 23,9 bilhões em passivos do Master, dos quais R$ 4,6 bilhões correspondem a CDBs acima do limite de cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), de R$ 250 mil por CPF. Nesse cenário, esses papéis seriam pagos pelo BRB.

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Leia também: “Ascenção e queda do Banco Master”, reportagem de Carlo Cauti publicada na Edição 263 da Revista Oeste 

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O Master deve ser desmembrado em ao menos seis partes, com uma delas indo para o BRB, quatro para BTG, J&F e os ex-sócios Augusto Lima e Maurício Quadrado. O restante permaneceria com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do banco. Especialistas alertam que nem todos os ativos do Master têm valor equivalente ao que está no balanço, o que pode acionar a atuação do FGC.

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Caso Vorcaro venda todos os ativos e eles não sejam suficientes para quitar os passivos, o FGC pagará CDBs de até R$ 250 mil por CPF. Há ainda um cenário intermediário: o FGC pode conceder uma linha emergencial de liquidez, permitindo que Vorcaro ganhe tempo para vender ativos pessoais e honrar suas dívidas, pagando posteriormente o próprio fundo, que atuaria como credor temporário.

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O desfecho da negociação e a definição de quem ficará com cada parte do banco devem ser acompanhados de perto pelos investidores, que aguardam garantias de que seus recursos estarão protegidos independentemente do caminho adotado.

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