Centrão vê campanha de ‘ricos contra pobres’ de Lula com pouco apelo na população

[Editada por: Marcelo Negreiros]

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Centrão aposta que a campanha “ricos contra pobres”, retomada pelo governo após a derrota na Medida Provisória alternativa ao aumento maior do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), não terá o apelo esperado pelo Palácio do Planalto. A avaliação é de que a indignação com a PEC da Blindagem, por exemplo, tinha uma ressonância popular muito maior. Lideranças desse grupo político dizem que a população rejeita aumento de impostos.

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Também dizem que a narrativa da base lulista tem um furo: apesar de defender a taxação “BBB” (bilionários, bancos e bets), governistas fecharam um acordo para excluir do texto a tributação das apostas esportivas, o que será explorado à exaustão pela oposição. O Planalto, por sua vez, acredita que a campanha manterá a alta na aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

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Até aliados de Lula consideram que foi um erro blindar as bets. Isso porque os partidos que exigiram esse acordo logo depois sinalizaram que votariam contra a MP. Ou seja, o pacto serviu apenas para expor o Planalto, já que a derrubada da medida estava posta.

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Em discurso na quinta-feira, 9, dia seguinte à derrubada da MP, Lula reagiu e colocou em prática o discurso de “ricos contra pobres”. “Ontem foi triste porque uma parte do Congresso Nacional votou contra a taxação que a gente queria fazer dos bilionários deste País, daqueles que ganham muito e pagam pouco”, afirmou o presidente, em inauguração da fábrica da montadora de carros chinesa BYD em Camaçari (BA).

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[Por: Estadão Conteúdo]Source link

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