Chuva deixa comunidades ilhadas no Rio Grande do Sul

[Editado por: Marcelo Negreiros]

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Desde terça-feira, 27, não há condições de tráfego em nenhuma das quatro estradas de acesso à localidade. O trecho fica a 40 km do centro do município, próximo ao limite com Rosário do Sul.

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Em comunicado nas redes sociais, a prefeitura informou que choveu mais de 350 mm desde o último sábado, 24. O acumulado é quase três vezes superior à média prevista para o mês de maio, de 123 mm, segundo o Climatempo Meteorologia.

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Na última segunda-feira, 26, uma ponte desabou parcialmente, no limite entre Cacequi e São Vicente do Sul. Duas casas ficaram danificadas e receberam lonas. A situação dos moradores é acompanhada pela prefeitura e Defesa Civil.

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Chuva afeta outros municípios

Seis municípios relataram problemas causados pela chuva, segundo levantamento da Defesa Civil do Rio Grande do Sul.

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  • Alegrete — Choveu em 48h o equivalente à média do mês no município. O Rio Ibirapuitã atingiu 10,80m, ultrapassando a cota de inundação (quando o rio transborda e sai do leito), que é de 9,70m. Mais de 100 pessoas foram retiradas de casa.
  • São Borja — A prefeitura decretou emergência por conta do temporal. A água invadiu mais de 40 casas no município. No interior da cidade, 467 alunos de nove escolas tiveram as aulas suspensas, já que a chuva causou danos nas estradas que dão acesso às instituições de ensino.
  • São Vicente do Sul — Uma ponte de madeira sofreu um colapso parcial. A estrutura é uma das principais ligações entre as localidades do interior.
  • Sobradinho — Registrada queda de estrutura que liga o bairro da Baixada e a região central do município. Cerca de 300 famílias afetadas. O local foi interditado pela Defesa Civil municipal.
  • Santa Cruz do Sul— Registrada ocorrência de deslizamento de terra. Duas residências foram atingidas, deixando três pessoas desalojadas.
  • Uruguaiana— O Rio Uruguai também está em elevação. Segundo a Defesa Civil, está 4,43m acima do normal, mas ainda não há chance de inundação. Foram atendidos 15 chamados de moradores para entrega de lonas e retirada de água das residências. Houve registro de queda de árvores.
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Leia também: “A exploração do pau-brasil preservou a Mata Atlântica”, artigo de Evaristo de Miranda publicado na Edição 267 da Revista Oeste

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