Colômbia nomeia trans para a Secretaria da Mulher

[Editado por: Marcelo Negreiros]

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O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, decretou a nomeação da trans cubana Charlotte Schneider Callejas como nova vice-ministra para a Mulher no Ministério da Igualdade e Equidade. O ato foi publicado na segunda-feira 11.

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Formada em Bioquímica pela Universidade de Havana e especialista em Estudos Feministas e de Gênero pela Universidade Nacional da Colômbia, Schneider chegou ao país em 2000, ao alegar perseguição em Cuba por sua condição de transgênero.

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Sua carreira no setor público inclui a direção regional do Departamento para a Prosperidade Social em Bogotá, em 2023. No ano seguinte, foi designada diretora para as Mulheres em Atividades Sexuais Pagas, cargo voltado à formulação de políticas públicas para prostitutas.

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Em sua primeira manifestação ao assumir o cargo, Schneider afirmou que seu objetivo será “fortalecer as políticas que protegem as mulheres em toda a sua diversidade, especialmente aquelas que foram historicamente marginalizadas”.

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Debate sobre a representação da mulher

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A nomeação foi recebida de forma desigual. Organizações feministas e de direitos humanos saudaram a escolha. No entanto, setores de oposição ao governo questionam a legitimidade de uma estrangeira e trans assumir um cargo destinado à representação das mulheres colombianas.

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A nomeação ocorre no mesmo contexto em que Petro designou o ex-ator pornô gay Juan Carlos Florián Silva como ministro da Igualdade. A presença dos dois nomes à frente da pasta consolidou a agenda de diversidade sexual como eixo central do ministério.

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Com isso, dois dos principais cargos do Ministério da Igualdade estão ocupados por representantes ligados ao movimento LGBT. O fato alimenta o debate sobre a prioridade dada por Petro a pautas de identidade de gênero, em detrimento de políticas universais voltadas às mulheres colombianas.

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Criado durante o governo Petro, o Ministério da Igualdade e Equidade tornou-se um dos pontos mais controversos da administração. A presença de figuras ligadas ao ativismo identitário transformou a pasta em palco de disputas políticas e críticas à orientação ideológica do governo.

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