Conheça Lourenço Fonseca Ribeiro, juiz que virou alvo de Moraes

[Editado por: Marcelo Negreiros]

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou, na quinta-feira 19, uma investigação para apurar a conduta do juiz Lourenço Migliorini Fonseca Ribeiro.

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Lourenço autorizou a soltura de Antônio Cláudio Alves Ferreira, condenado por participação nos atos do 8 de Janeiro. Moraes anulou a decisão e argumentou que Ribeiro não tinha competência para liberar o réu.

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Titular da Vara de Execuções Penais de Uberlândia (MG) desde 2013, Ribeiro construiu uma carreira com passagens por diferentes comarcas de Minas Gerais.

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Ele se formou em direito pela Universidade Federal de Uberlândia, onde também concluiu a especialização em direito civil. Além disso, obteve o título de mestre em direito das relações econômicas e sociais pela Faculdade Milton Campos.

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Lourenço ingressou na magistratura mineira em 2006, depois de atuar como assessor judicial e professor universitário. Ele passou por comarcas como Santa Vitória, Ituiutaba, Iturama, Itapagipe, Teófilo Otoni, Novo Cruzeiro e Canápolis.

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Em 2017, integrou a comissão da Associação dos Magistrados Mineiros que analisou uma proposta de reforma da Lei de Execução Penal. Ribeiro criticou o projeto, por entender que ele poderia gerar insegurança para a população.

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Em artigos e entrevistas, o juiz se posicionou contra a progressão antecipada de regime como forma de reduzir a superlotação carcerária. Como resultado, ele defende alternativas ao encarceramento, como o uso de tornozeleira eletrônica, e apontou riscos no aumento da intervenção judicial nas unidades prisionais.

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Moraes revoga decisão e mantém réu preso

Moraes revogou a progressão de regime que Ribeiro havia concedido a Ferreira. O magistrado afirma que o juiz descumpriu o percentual mínimo de pena exigido por lei para crimes cometidos com violência.

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Ao mesmo tempo, Moraes reforça que apenas o STF tem competência para decisões no caso, por se tratar de ação penal originária da Corte.

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Ferreira foi condenado a 17 anos de prisão por atos praticados no 8 de Janeiro, incluindo a destruição de um relógio do século 17 no Palácio do Planalto. As câmeras de segurança registraram o momento em que ele danificou a peça, que foi restaurada e já retornou ao acervo da Presidência.

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