Conselho Federal de Farmácia procura senadores sobre venda de remédio sem receita em supermercado

[Editada por: Marcelo Negreiros]

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O Conselho Federal de Farmácia (CFF) enviou a senadores uma série de pedidos sobre o projeto de lei que prevê a venda de remédios sem receita em supermercados. A entidade defendeu que as farmácias fiquem em uma área separada dentro dos supermercados, cumpram todas as regras das demais drogarias e não funcionem em pequenos estabelecimentos.

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A proposta, que ganhou tração nos últimos meses, opõe o setor de supermercados e o Ministério da Saúde. O texto tem sido discutido na Comissão de Assuntos Sociais do Senado e foi apresentado em 2023 pelo senador Efraim Filho (União-PB).

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No documento enviado aos parlamentares nos últimos dias, o CFF pediu que as farmácias dentro de supermercados tenham uma estrutura física “própria e isolada”, com todas as “condições de temperatura, umidade, ventilação e iluminação” exigidas em lei. Essa área, supervisionada por farmacêuticos, não pode ser confundida pelo consumidor com o restante do mercado, segundo o conselho.

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Para evitar que as drogarias funcionem em pequenos mercados ou lojas de conveniência, a entidade defendeu que as farmácias não ocupem uma área maior do que 20% do estabelecimento.

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Autor do projeto e associação de supermercados citam redução de preços

O senador Efraim Filho (União-PB), autor da proposta, afirmou que as mudanças vão deixar o setor farmacêutico mais competitivo. “A população já pode comprar remédios sem prescrição pela internet. O projeto busca reduzir o preço desses medicamentos ao aumentar a concorrência”.

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A Associação Brasileira de Supermercados (Abras) tem citado aos senadores uma pesquisa ainda inédita do Datafolha, que apontaria que 64% dos brasileiros defendem a medida, que vigorou no País apenas em 1994, durante o governo Itamar Franco.

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Ministério da Saúde alerta para risco à saúde individual e coletiva

Um documento do Ministério da Saúde afirmou que a venda de remédios em supermercados traz risco à saúde individual e coletiva.

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“A proposta pode resultar em aumento nos gastos em saúde pública decorrente de intervenções e agravos originados pelo uso e armazenamento inadequado desses medicamentos”, afirmou a pasta.

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Em um vídeo publicado pelo médico Drauzio Varella e pela Associação Brasileira das Redes de Farmácias, o oncologista afirmou que a venda de remédios sem receita em supermercados tende a aumentar o número de mortes por envenenamento no Brasil.

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[Por: Estadão Conteúdo]Source link

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