O teste com o medicamento será realizado no Hospital Veracruz, em Campinas, interior de São Paulo, com 50 participantes por cerca de 21 dias, "sendo sete dias de tratamento/acompanhamento e 14 dias de follow-up clínico", informou a Conep. A droga será cedida pelo laboratório Farmoquímica, do Rio de Janeiro, que fabrica a versão comercial Annita.
No mesmo dia, o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta comentou que Pontes tratou com ele sobre a tal droga, mas deixou claro que a eficácia in vitro não garante o combate ao coronavírus dentro do corpo humano.
Por dar falsas esperanças sobre um tratamento que ainda nem foi comprovado, Pontes está recebendo críticas da comunidade científica. Inicialmente, o ministro alegou que manteria segredo sobre o nome do remédio para evitar uma corrida antecipada às farmácias, mas deu tantas dicas que acabou revelando a droga.
Por ora, os médicos pedem para que ninguém com a Covid-19 se automedique com Annita.
Com informações Uol
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