Segundo Su Bing, geneticista do Instituto de Zoologia de Kunming, em Yunnan, na China, “sempre há uma margem para erros. Este trabalho pode nos dar pistas importantes para investigações futuras, mas as conclusões devem ser tratadas com cautela”, afirma.
“Este tipo de pesquisa pode nos ajudar a entender como a transmissão ocorreu, e nos ajudar a prevenir ocorrências similares no futuro”, diz Forster.
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