Correios suspendem licitação de publicidade de R$ 380 mi mas deixam brecha para reabrir processo

[Editada por: Marcelo Negreiros]

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Os Correios suspenderam uma licitação de publicidade de R$ 380 milhões ao ano, mas o processo pode ser retomado a depender de melhoras nas contas da estatal. A decisão, que vinha sendo mantida em sigilo, foi tomada em uma reunião fechada do Conselho de Administração da companhia no fim de junho e obtida pela Coluna do Estadão.

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O processo para contratação de quatro agências de publicidade gerava polêmica. Além do rombo bilionário registrado nas contas dos Correios, três agências finalistas da licitação já foram citadas em investigações contra o PT.

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Na reunião com a cúpula da estatal, o presidente da empresa, Fabiano Silva, pediu a suspensão temporária do processo. Os conselheiros concordaram.

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O edital de publicidade estava sob apuração na área técnica do Tribunal de Contas da União (TCU), que nesta semana concluiu que não há irregularidades no processo.

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Volta do edital dependerá do quadro fiscal

O colegiado definiu que a licitação poderá ser retomada, a depender de melhoras nas contas dos Correios. O prejuízo da companhia no primeiro trimestre deste ano foi de R$ 1,7 bilhão, o pior resultado para o período desde a série histórica, iniciada em 2017. No ano passado, o rombo foi de R$ 2,6 bilhões.

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Para tentar contornar a crise, a empresa se comprometeu com a equipe econômica a economizar R$ 1,5 bilhão ainda em 2025. Uma das esperanças de cortar os gastos é o Plano de Desligamento Voluntário (PDV), com o qual a empresa prevê economizar R$ 1 bilhão ao ano.

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Outra expectativa interna é obter um financiamento de R$ 3,8 bilhões do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), conhecido como Banco do Brics e presidido pela ex-presidente Dilma Rousseff.

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Presidente pediu demissão no início do mês e aguarda definição de Lula

Em 4 de julho, uma semana após essa reunião com o Conselho de Administração, Fabiano Silva pediu demissão ao presidente Lula (PT). Desde então, contudo, ele segue no cargo enquanto o Palácio do Planalto não indica um substituto.

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A decisão de Lula deve acontecer nas próximas duas semanas, até o próximo dia 6, quando termina o mandato de dois anos de Silva à frente dos Correios. Caso ele ainda esteja no posto nesse dia, terá de ser reconduzido pelo colegiado, segundo as regras da empresa.

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[Por: Estadão Conteúdo]Source link

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