Defesa de Anderson Torres aposta em recuo do ex-comandante do Exército em acareação

[Editada por: Marcelo Negreiros]

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A defesa do ex-ministro da Justiça Anderson Torres, réu na ação do golpe que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF), está confiante de que o general Marco Antônio Freire Gomes, ex-comandante do Exército, vai recuar nas acusações feitas contra Torres. A avaliação é que Freire Gomes não conseguirá detalhar as suspeitas contra Torres. A pedido do ex-ministro, os dois farão uma acareação no STF na próxima terça-feira, 24.

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Nesse procedimento, pessoas que deram versões conflitantes em um processo judicial ficam frente a frente para esclarecer os fatos. Freire Gomes disse que Torres participou de reuniões de teor golpista, o que o ex-ministro rechaça. A principal aposta da defesa de Torres é porque o ex-comandante atenuou sua versão durante o depoimento ao STF. Confira os detalhes abaixo.

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General pediu acareação virtual, mas depois desistiu

Na terça-feira, 17, o ex-comandante do Exército solicitou ao STF que a acareação com Torres acontecesse por vídeo. Alegou que o deslocamento de Fortaleza, onde mora, até Brasília seria “excessivamente oneroso”. O general tem um salário de R$ 38 mil mensais. Um dia depois do pedido, contudo, Freire Gomes recuou: informou que irá à Corte.

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Ex-comandante atenuou versão ao STF

A principal aposta da defesa de Torres se baseia no fato de que o ex-comandante atenuou sua versão durante o depoimento ao STF.

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Em 2024, o general disse à Polícia Federal (PF) que Torres dava “suporte jurídico” à trama golpista no governo Bolsonaro. Também afirmou, na ocasião, que a “minuta golpista” discutida pelo então presidente e comandantes militares era a mesma apreendida pela PF na casa de Torres.

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Mas Freire Gomes em depoimento ao Supremo no mês passado, como testemunha de acusação. Disse não ter certeza se a minuta era a mesma. O general não detalhou quantas vezes Torres participou das reuniões de teor golpista.

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Veja o depoimento de Freire Gomes ao STF em 20 de maio

Freire Gomes confirma existência de minuta golpista em depoimento ao STF

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3:28

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Ex-comandante do Exército prestou depoimento como testemunha na ação penal sobre golpe de Estado.

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Defesa de Torres fará perícia para diferenciar minutas

Para mostrar que os documentos são diferentes, a defesa apresentará uma perícia ao STF. A medida foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, relator da ação penal.

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“A perícia vai demonstrar que a minuta do Google, encontrada na residência do ex-ministro da Justiça, nada tem a ver com a minuta do golpe, supostamente discutida com os comandantes militares”, disse o advogado de Anderson Torres, Eumar Novacki, à Coluna do Estadão.

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No interrogatório, Torres também se referiu ao documento encontrado em sua casa como “minuta do Google”, ressaltando que o material estava disponível na internet antes da apreensão. Moraes ordenou que o Google informe quem inseriu o ofício na internet.

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“Não é a minuta do golpe. Eu brinco que é a minuta do Google, né? Porque está no Google até hoje. Isso foi uma fatalidade. Eu nunca trabalhei isso. O documento era muito mal escrito. Não sei quem fez, não sei quem mandou fazer e nunca discuti esse tipo de assunto”, disse o ex-ministro a Moraes.

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[Por: Estadão Conteúdo]Source link

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