[Editado por: Marcelo Negreiros]
Mais de 70% dos idosos brasileiros apresentam níveis insuficientes ou deficientes de vitamina D, revela estudo publicado em 2025 na revista Ciência & Saúde Coletiva. A análise envolveu 26 pesquisas com 9.606 idosos de várias regiões do país.
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Os dados indicam que 34,2% têm deficiência de vitamina D (níveis abaixo de 20 ng/mL) e 35,2% insuficiência (níveis entre 20 e 30 ng/mL).
A vitamina D é fundamental para a saúde óssea e muscular, por prevenir quedas e fraturas, condições comuns em idosos. Também é essencial para o funcionamento adequado do sistema imunológico e está relacionada à manutenção da função cognitiva. A deficiência aumenta o risco de osteoporose, fraqueza muscular, infecções e declínio cognitivo.
Os principais fatores que levam à deficiência entre idosos são a redução da exposição solar, comum devido a limitações físicas e rotina dentro de casa, além de alterações metabólicas naturais do envelhecimento. Obesidade e doenças crônicas também prejudicam a absorção e metabolização da vitamina D.
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Para evitar a deficiência, recomenda-se exposição solar diária de 10 a 15 minutos, preferencialmente nos braços e pernas, evitando horários de pico para prevenir danos à pele. conforme orienta a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, que também prega equilíbrio. O excesso de vitamina D, afinal, pode provocar problemas nos rins, por exemplo.
A alimentação deve incluir peixes gordurosos, ovos e alimentos fortificados, de acordo com orientações do Ministério da Saúde.
A suplementação, declara o o Instituto Nacional de Saúde dos EUA, deve ser feita somente com orientação médica, depois de avaliação dos níveis sanguíneos, para evitar riscos do excesso.
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