O ataque da seleção masculina eleita pela FIFA foi formado por Lamine Yamal, companheiro de Raphinha no Barcelona, e o próprio Dembélé, do PSG. A escolha reforça o peso internacional dos jogadores europeus na atualidade. Entre as mulheres, a situação foi semelhante, com nenhuma jogadora brasileira figurando entre as premiadas, evidenciando um momento de menor protagonismo do país nas premiações individuais de elite.
A única menção ao futebol brasileiro durante a cerimônia foi para a lendária atacante Marta. Ela concorreu ao Prêmio Marta, destinado ao melhor gol do futebol feminino, um reconhecimento à sua trajetória e impacto no esporte. Contudo, o prêmio foi entregue à mexicana Lizbeth Ovalle, do Orlando Pride. No futebol masculino, o Prêmio Puskás, que celebra o gol mais bonito, foi vencido pelo argentino Santiago Montiel, do Independiente, por um lance espetacular.
A premiação masculina destacou Gianluigi Donnarumma (Manchester City/Itália) como melhor goleiro, e nomes como Hakimi (PSG/Marrocos) e Nuno Mendes (PSG/Portugal) nas laterais. A zaga contou com Pacho Willian (PSG/Equador) e Virgil Van Dijk (Liverpool/Holanda), enquanto o meio-campo foi formado por Vitinha (PSG/Portugal), Jude Bellingham (Real Madrid/Inglaterra), Pedri (Barcelona/Espanha) e Cole Palmer (Chelsea/Inglaterra). Luis Enrique, do PSG, foi eleito o melhor treinador. Na categoria feminina, a seleção contou com Hannah Hampton (Chelsea/Inglaterra) no gol, Lucy Bronze (Chelsea/Inglaterra) e Ona Battle (Barcelona/Espanha) nas laterais, e Leah Williamson (Arsenal/Inglaterra) e Irene Paredes (Barcelona/Espanha) na zaga. O meio-campo foi dominado por jogadoras do Barcelona: Aitana Bonmati, Patri Guijarro e Claudia Pina. O ataque foi composto por Mariona Caldentey (Arsenal/Espanha), Alessia Russo (Arsenal/Inglaterra) e Alexia Putellas (Barcelona/Espanha). Sarina Wiegman, do Arsenal, foi a treinadora escolhida.
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